Cunhados

Cunhados
Tenho 42 anos e essa aventura aconteceu há 2 anos.
Sou um cara normal,1,69 m de altura,73 kg, calvo, cabelos grisalhos, olhos castanhos claros.Uso cavanhaque, tenho tatuagens nos braços. Não sou o tipo saradão, mas tenho um corpo bem bacana.
Sou casado e adoro foder uma buceta e por isso mesmo nunca me imaginei transando com um outro homem.
Tudo aconteceu quando eu estava passando por uma crise profissional, não conseguia uma colocação na minha profissão. Já estava ficando sem reservas financeiras e não via uma solução imediata para o meu problema.
Num fim de semana meu primo Osvaldo foi me visitar e durante nossas conversas falei com ele sobre o que estava acontecendo. Ele tem uma empresa de decoração de ambientes e me perguntou se eu aceitaria trabalhar com ele em alguns projetos até conseguir algo na minha função. Aceitei na hora, pois precisava trabalhar, ganhar uma grana e também sair um pouco de casa, pois já estava me estressando com a mulher e com meu filho. Ele me disse que não podia pagar muito, mas que ajudara no que fosse possível. Disse que já estava de bom tamanho e combinamos o dia em que começaria a trabalhar.
Meu primo é um cara normal também, sem grandes atrativos, mas muito comunicativo.
Na semana seguinte ele me liga dizendo que tinha um projeto para fazem em Búzios e se eu queria ir, aceitei sem pensar. Assim combinamos e no dia seguinte fomos para Búzios. Chegamos. Alojamo-nos numa pousada e fomos para o condomínio aonde iríamos trabalhar. Ele foi me explicando o serviço e assim o dia se passou normalmente.
A noite saímos para jantar e dar uma volta na cidade. Uma noite muito agradável; quente. Jantamos e fomos andar pela praia. Conversamos sobre tudo um pouco, até que entrou na área do sexo. Falávamos sobre nossas aventuras dentro e fora do casamento. Até que ele me perguntou se eu já tinha saído com outro homem. Disse que não, a não ser na época de moleque que tinha comido um coleguinha da rua, mas foi coisa de menino, nada além disso.
Ele riu e ficou pensativo e perguntou se hoje como adulto eu teria coragem. Mais uma vez disse que não, pois gosto mesmo é de foder uma buceta e um cuzinho de uma mulher. Rapidamente ele me disse que cu era tudo igual e só mudava o dono. Rimos, não passou disso, e não maldei o que poderia acontecer.
Chegamos na pousada, ele foi tomar um banho e eu fiquei esperando. Ele saiu e eu entrei no chuveiro, já estava quase saindo quando ele entra e diz que vai pegar um alguma coisa, não respondi e só depois de alguns segundos percebi ele me olhando. Perguntei o que estava olhando e ele diz que nada e sai. Terminei meu banho e quando chego ao quarto ele está deitado nu, com a bunda para cima e dormindo (ou melhor fingia que estava dormindo). Não me importei, terminei de me enxugar, vesti meu short e deitei. Liguei o televisor para assistir ao jornal de fim de noite.
Ele se levantou e reparei naquela bunda bem redondinha. Brincando, disse-lhe que ele estava na profissão errada; que com uma bunda daquelas ele ganharia mais dinheiro, rimos e ele se vira na minha direção, estava de pau duro. Falei para ele ir tocar uma para relaxar, ele me disse que queria mesmo era foder.
Não sei o que me deu na cabeça naquela hora, mas disse que se ele quisesse eu tocava uma pra ele. Ela mais do que depressa sentou-se ao meu lado e pegou minha mãe e levou até sua rola. Tomei um susto, mas minha reação foi punhetar aquela rola grossa. Ele fechou os olhos e relaxou enquanto eu o masturbava, e assim fiquei por alguns minutos.
Ele segurou minha pica que já estava explodindo por baixo do short e começou a me punhetar também. Ficamos naquela brincadeira por um tempo, apenas curtindo. Quando de repente ele abaixa a cabeça e começa a mamar minha pica. Que sensação deliciosa sentir aquela boca quente e gulosa engolindo tudo. Ele tinha prática no ofício.
Mamava com vontade, sugava, engolia, babava. Eu já tinha largado a pica dele e curtia o boquete, até que ele se vira e coloca aquela tora (21×5) na minha cara e eu relaxei e engoli (ou tentei) aquele cacete. Um 69 gostoso entre dois machos casados. Ele passava a língua no meu cu até então virgem e metia o dedo.
Eu delirava com aquela brincadeira sacana e retribuía da mesma forma. Rebolávamos um na cara do outro. Eu estava adorando mamar aquela cacetão, e ele depois me disse que sempre que podia saía com um macho, chupava muito gostoso.
Resolvi foder aquele cuzinho. Ajeitei-me na frente dele e na posição de frango assado encostei a cabeça da minha rola na entradinha do seu cuzinho. Encostei e empurrei. Deslizou gostoso. Comecei a bombear. Ele me apertava, mordia meus ombros, me beijava a boca. Parecia que éramos amantes há muito tempo.
Metia com força e cadenciado; estava bom demais. Mandei-o ficar de 4 e empurrei de uma vez só. Ele gemeu e pediu mais pica. Comecei a socar com força, dar tapas naquela bunda gostosa. Chamava-o de putinha gostosa, safada, cachorra. Não aguentei mais e gozei enchendo o cuzinho de porra quente.
Tirei minha pica e vi que ele ainda não tinha gozado. Cai de boca e comecei a mamar aquela tora mais uma vez. Eu não me reconhecia, não parecia o macho fodedor de bucetas que eu sou, mas estava bom demais. Ele tira a pica da minha boca e diz que vai me foder. Engoli seco ao ver aquela vara lustrada. Disse que nunca tinha dado o cu e que ele era muito grosso. Ele riu e disse que ia doer, mas que eu me acostumaria logo.
Resolvi encarar. Ele me coloca de 4 na ponta da cama e começa a chupar meu cuzinho até então cabaço.
Que sensação gostosa é a de tomar uma linguada no cu. Relaxei e ele metia um, dois e, no fim, três dedos no meu rabo. Eu rebolava como uma mulherzinha. Até que chegou o grande momento. Osvaldo encostou a cabeça de sua tora no meu cuzinho, pincelou e forçou a entrada. Eu queria ser penetrado, mas ainda estava tenso. Uma vez mais ele passou a língua no meu rabinho e aí sim apontou e empurrou sem avisar. Urrei de dor, quase desmaiei. Ele tirou e meteu de novo e assim ficou por alguns minutos. Meteu de novo e dessa vez foi até a metade. Ficou dentro de mim até que eu me acostumasse. Depois de uns cinco minutos ele começou a bombear devagar, num vai-e-vem bem devagar, gostoso, mas que ainda incomodava.
Osvaldo se ajeitou e soltou o peso do corpo e sua rola gostosa entrou toda, vi estrelas, mas foi uma das melhores sensações que senti até hoje. Que delícia era sentir aquele macho me fodendo com vontade. Como era bom sentir toda aquela tora me rasgando, entrando e saindo. Minha pica já estava de pé o que alimentou ainda mais meu tesão. Osvaldo beijava minha boca, mordia meu pescoço
Osvaldo tirou a pica e se deitou e me chamou para sentar na sua rola, o que fiz de imediato. Cavalguei a piroca como uma puta profissional. Rebolava muito. Até que Osvaldo avisou que iria gozar. Acelerei a cavalgada e senti aquela tora latejando no meu cu.
Osvaldo urrou e eu senti os jatos de porra me inundando. Que delícia. Gozei sem tocar na minha rola. Caí por cima do seu peito e beijamo-nos ainda mais.
Por uma semana em que ficamos em Búzios trabalhando, todas as noites em nosso quarto repetimos nossas fodas gostosas. Fodi muito seu cu e sua boca e ele fez o mesmo comigo. Mas confesso que gostava mais de sentir aquela tora no cu do que meter no cuzinho dele.
Hoje estou trabalhando na minha profissão,mas sempre que podemos marcamos de nos ver e repetir nossa brincadeira gostosa.Continuo casado,fudendo muitas bucetas,mas não deixo passar a oportunidade de brincar com um macho gostoso.

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