INCESTO – MEU GENRO, MINHA SOGRA E MINHA CUNHADA

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INCESTO – MEU GENRO, MINHA SOGRA E MINHA CUNHADA
MEU GENRO, MNHA SOGRA E MINHA CUNHADA – PREPARANDO O ALMOÇO

Afim de comemorar o aniversário de casamento dos meus sogros, foi organizado um grande almoço em família. Os convidados chegariam ao casarão a partir das quatorze horas. Gisela minha cunhada, e seu esposo Antônio foram de manhã para ajudar com os últimos detalhes.
Eu e Antônio éramos bons amigos e fiéis confidentes. Portanto, eu já sabia o quanto era grande seu tesão pela sogra. Fetiche e desejo imensurável! As vezes era difícil disfarçar o pau duro, os olhos vidrados nos seus peitos, os pretextos para passar as mãos em suas pernas (…). Comia a mulher e batia uma punheta pra sogra! Ana era uma coroa enxuta. Chique e atraente, preferia roupas que valorizavam a silhueta; abusava dos decotes, vestidos justos, saias caneta, shorts curtos, saltos da moda, acessórios arrojados… Era uma mulher pra frente, extrovertida, enturmada (…), poderosa com seus longos cabelos loiros e lisos… Embora muito provocante, sabia ser elegante e sensual…
Um mulherão em plena ativa! Com certeza, sempre foi “muita areia pro caminhãozinho” do meu sogro! Sem dúvidas, tinha “chapéu de touro”!
Gisela tinha ido ao supermercado, os empregados estavam ocupados no jardim e Antônio ajudava a sogra na cozinha.
A enorme e bem decorada cozinha do casarão chamava atenção pela bela bancada de mármore ao centro e, uma mesa rústica de canto com suas cadeiras modernas.
Ana usava uma regata, sem sutiã. Shortinho meia coxa e rabo de cavalo… Separava legumes frescos, ervas aromáticas e temperos sobre a bancada. Antônio fingia ajudar: sua parte sã tentava controlar o cacete duro e os impulsos provocados pelos pensamentos libertinos.
Embalados pelos preparativos festivos, bebiam um bom vinho, depois mais uma garrafa, outra…
Após algumas taças e uma ponta de oportunidade, ele investiu. Sem vergonha, foi se atirando pra cima dela. Se esfregava, baixava a alcinha da regata, mordiscava o ombro… Sem mais brincadeiras a encoxou contra a bancada. Ao sentir a rola do genro espetando sua bunda, ela deu um suspiro seguido de um arrepio e um frio na barriga (…), desceu uma golada de vinho e empinou-se. Tirou seu pau pra fora das calças e verificou o tamanho da benga. Grosso e grande, latejava e babava! Ele passou as mãos em sua raba gostosa, afastou de ladinho o shorts e a calcinha, enfiou os dedos em sua pepeca lisinha e pôs-se a dedilhar. Ela gemia baixinho, rebolava, roçava o rabo no pau de Antônio, apertava seu corpo contra o dele. Ele soltou seus cabelos e os empunhou forte, separou em duas partes e puxou cada uma com uma mão. Domou-a como a uma potranca selvagem, envergou seu tronco pra trás deixando a bundinha bem arrebitada, esfregava o caralho. Aos puxões de cabelos expôs o pescoço esguio. Beijava-lhe a nuca e acariciava as costas, enquanto baixava suas roupas.
Firmou-a pela cintura e com uma jogada de joelhos abriu-lhe as pernas. Com uma das mãos dedilhava o grelhinho e varava uma excitante surra de pica. Empurrava o cacete pra dentro (…), enfiou até sentir a buceta toda, remexeu lentamente e deu uma paradinha, deixando o pau pulsar aconchegado. Ela contraia a xoxota, mordendo-lhe o caralho, retribuindo o prazer. Estava quente e molhada! Antônio fez questão de fazer marcas; com uma sequência de palmadas potentes e bem dadas, deixou a bunda bem vermelhinha, roxinha. Presente pro sogro! Rebolando foram se encaixando, ela grudou o grelho na vara dele. Meteram colados, forte, rápido, as mãos bem apertadas ao corpo de Ana… Gozou, gemendo baixinho, sentindo o corpo vibrar.
Antônio sentou a sogra sobre a bancada, chupou sua xota molhada, esfogueada e gozada. Suas pernas tremiam de tesão, e quanto mais acalorada ela ficava, mais rebolava na boca do genro. Firmava-o pelos cabelos, para que não se esvaísse… Ela gemia aos sussurros pedia mais, mais, mais… Seu caldinho doce escorreu goela abaixo, lambuzou sua cara. Ele engolia tudinho, dava linguaradas na xereca.
Com as mãos cravadas em sua coxa, deu-lhe um beijo na boca, com gosto de xana gozada. A puxou para a borda da mesa e meteu o caralho na bucetinha, socava forte atolando a vara sem piedade. Foi subindo suas pernas e apoiando seus pés em cima da mesa, deixou-a bem arreganhada. Seu cuzinho piscava entregue aos desejos! Ele foi ajeitando o pau no cu, bem devagarinho, mexia e gingava com sutis movimentos de vai e vem, meneava os quadris. Ao sentir o brioco bem relaxado bombou com força, ajustando o ritmo á pegada esfomeada. Estava faminto de luxúria, pecado, fetiche, sexo selvagem e safado… Enquanto comia aquele rabinho gostoso, apertava e pontilhava o grelhinho duro e inchado. Apertava e chupava as tetas. Era tanto tesão que ela soltou uma forte esguichada, encharcou a camisa e a barriga do genrinho guloso, empoçou a bancada da cozinha… Não conseguiu segurar o gemido alto e estridente que ecoou cozinha a fora. Estremeceu as pernas, contorceu o corpo para trás esparramando-se sobre o mármore.
Ele a segurou pelos braços e a girou na bancada. Estirada sobre o móvel, posicionou sua cabeça ao canto, pra baixo, com os longos cabelos caídos. Com as mãos em torno de seu pescoço a enforcava, enquanto mamava os seios fartos, mordiscava os biquinhos pontudos, lambia… Dominada, enfiou a piroca em sua boca, socou a benga até o fundo da garganta. Ela babava engasgada com o tamanho do instrumento. Levava surra de pica e depois mais uma atolada na goela. Tirava o cacete e revezava numa sugada de bolas, tudo pra dentro. Lambia o cuzinho, metia e mexia a língua o mais fundo que conseguia; chupava as pregas.
Numa enforcada e puxões de cabelo, Antônio jogou a sogra no chão, de quatro. Ouviu-se um ruído atrás da porta, era Gisela que observava tudo, num mix de tesão e euforia. Fogosa, se masturbava com seus dedos molhados, babava entre as pernas, continha os gemidos finos chupando os mesmos dedos melados que voltavam da xereca. Ana, assustada, deu um salto. Gisela, pediu para que continuassem. Pegou a mãe pelas mãos e a fez retirar seu vestido, relembrando seu passado de infância. Foram descendo a calcinha molhada juntas. Tocaram o corpo uma da outra: os seios, os flancos, os quadris, as bundas (…), chegaram ao clímax se dedilhando, numa siririca i****tuosa. Trêmulas se deleitaram ao sentir as bucetas encharcadas.
Foram para a mesa de canto. Antônio em cima do móvel, Ana e Gisela sentadas nas cadeiras. Se atiraram na piroca de Antônio. Chuparam juntas, sugaram, lambiscaram. Enquanto a mãe mamava, Gisela cascou-lhe um beijo grego, passou os dedos em seu cuzinho. Com os braços em torno do pescoço do marido sentou-se na pica, que era sua por matrimônio. Cavalgou até gozar bem gostoso. Queria mostrar a mãe o quanto podia ser safada. Tirou o pau rapidamente, e o fez gozar em suas bocas. Ele jorrou seu leitinho quente, num jato forte, na cara das duas, mirou em suas bocas para que engolissem tudo. Meteram as bocas esporradas em seu cacete e devoraram o que sobrara. Começaram um novo “chupa-chupa”, que rendeu mais alguns momentos de prazer mútuos.
Se refizeram e voltaram ao vinho, os três. Entre olhares lascivos, sorrisos maliciosos, cheiro de sexo, bancada gozada, mesa descomposta… Prosseguiram os preparativos para o almoço.
Pelo clima que rolava durante a refeição não duvido que treparam novamente em algum outro canto do casarão.

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