Na Cuninha é um regalo

Anal

Na Cuninha é um regalo
Na Cuninha é um regalo

Para aqueles que não me
conhecem, sou uma crossdresser passiva e assumo-me com uma autêntica tarada sexual.
Numa deleitosa tarde de Maio, estava a morar naquela casa há menos de uma semana, e estava de saída para tomar café com
outras crosses, quando o meu calhambeque, um Fiat Punto, decidiu
não pegar. Não percebo nada de carros, e enervei-me logo. Tal não foi o
meu espanto quando vi que estavam dois vizinhos a olhar para
mim. Um deles era negro, e o outro meio aloirado. Ambos tinham pinta
Xunga.
De imediato percebi que ambos se dirigiram até mim, manifestando o
desejo de me quererem auxiliar.
-Boa tarde vizinha, podemos ajudar? – Perguntou o mais alto
– Boa tarde! … Eu agradecia. Não sei o que lhe deu, agora não quer
pegar – Retorqui eu, com os lábios trémulos.
-O carro tem gasolina? – Indagou o outro.

– Tem. Ainda hoje de manhã lhe pus. – Exclamei. O mais alto entrou
para dentro do carro e pôs-se a mexer na ignição, enquanto o loiro
deitou-se sob a raia do motor, exibindo os pêlos da barriga e os boxers;
fiquei excitada, confesso.
-Já vi o que é! – Exclamou ele lá de baixo- Quando eu disser, dás à chave!
– Ordenou ele para o seu amigo. E voilá, passados uns escassos segundos,
tinha o carro a trabalhar. Aqueles dois matulões tinham-me resolvido o
problema e eu estava-lhes grata por isso.
– Era o cabo do motor de arranque que estava solto. Já está fixo! –
Informou a sorrir. Desde logo me senti na
obrigação de os compensar, pois tinham ficado com as mãos sujas de óleo
do motor. Convidei-os a entrar, e a limparem-se lá em casa, o que eles
aprovaram com agrado. Mandei um sms à Miriam, a adiar a tomada de
café, pois eu sabia que com aqueles dois rapagões dentro de casa, ia haver
caldeirada de certeza absoluta. Enquanto eles se enxugavam, fui ao
frigorífico, tirei três cervejas e servi as bebidas. Sentámo-nos
tranquilamente no sofá, numa amena cavaqueira.
Eles estavam bastante divertidos, mas eu já só pensava em chupa-los. Os meus
olhos, já não se desviavam das suas berguilhas, até que não resisti mais!
Debrucei-me sobre o negro, que se chamava Taú, que segundo me
contara, significava Bravo como um leão.

Disse-lhes que eram lindos e
que estava doida por fornicar
com eles. O Taú não se fez
rogado; subiu-me a saia,
baixou-me as collants e lambeu-me as nadegas

Quando abri os olhos, o loiro
já tinha baixado as suas
calças e friccionava o
mangalho vagarosamente,
como a prepara-lo para mo
oferecer. Tinha um membro
enorme, cabeçudo nem um
pêssego, que até me fez babar
toda. Aproximou-se e au
abocanhei-o até aos colhões –
nunca me tinha sentido tão
devassada. Agarrou-me na cabeça com ambas as mãos e puxou-me
repetidas vezes, de encontro ao seu soberbo mastro carnudo como se para
ele, uma boca ou uma cona fosse igual – servia para foder!
Ao mesmo tempo, o Taú, já tinha desatado a meter a lingua na minha cuninha Sentia-me
uma puta, completamente submissa aos encantos daquelas duas
«locomotivas» sexuais.

O Taú, que era mais atrevido, pôs-me ao seu colo e introduziu o seu
majestoso martelo na minha cuninha pegajosa. Ui como ele me possuiu
energicamente. Ui! Que forte que ele era!

O loiro, que era
mais experiente,
continuou a
deleitar-se com a
minha mamada;
acho que ele
queria vir-se
mesmo ali na
minha boquinha,
mas eu exigia
mais. Parei e
fitei-o.

– “Que grande fodelhona que tu és! – Disse ele, esbofeteando-me as nádegas
de forma grosseira.
Após alguns minutos, eles quiseram trocar de posições e eu assenti. Agora
era o Taú que me penetrava por trás devagarinho, mas o Guna recusou-se
a invadir-me a cuninha com o seu membro avantajado. Preferiu ser
mamado até ao fim.
– Adoro a boca desta puta – Asseverou. – eu fiz-lhe a vontade: Suguei-o
sofregamente aquela cabecinha rosada. Ele grunhia nem um cavalo bruto.
O Taú prostrou-se no chão, colocou-se em decúbito dorsal e eu montei-me
no pau dele, ao mesmo tempo, permiti que o loiro me fizesse uma
garganta funda. Por fim, senti que Taú estava prestes a atingir o
orgasmo, e fiz força para que ele o fizesse mesmo dentro do meu cuzinho.
Hummm, o gajo inundou-me o buraco com o seu sémen viscoso e quente.
O Guna estava quase a vir-se também; senti-o a vibrar todo como se
estivesse a ser electrocutado. Nisto apalpei-lhe os tomates e olhei para ele.
tremia e revirava os olhos.

Depois começou a berrar e terminou, banhando-me o rosto com o seu
líquido fecundante e pegajoso. Não parava. Regou-me a cara e a boca, até
ficar sequinho.
Aquela fora a melhor queca da minha vida!
Exaustos e cansados, ali ficámos os três, prostrados e ofegantes; deitados
uns sobre os outros, num grande monte de carne humana, fedendo a sexo
e depravação. Vi através dos seus rostos venturosos que eles tinham
gostado. E eu…Háá!… Eu adorei.

Esrtou sempre disponivel para escrwever novas hisorias. Contactem-me
FIM

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