O presente ideal

O presente ideal
Durante uma viagem à Alemanha com meu marido deparámo-nos com uma pequena e interessante loja – a Fun Factory. Era uma loja especializada em vibradores. Fiquei encantada com a variedade de artigos que tinham disposição. Um leque variado de cores, tamanhos e formatos. O meu marido, demonstrando algum interesse próprio, desafiou-me a trazer um para Portugal. Disse-lhe que não. Se há coisa que temia era ser parada no aeroporto, abrirem-me a mala e darem de caras com um vibrador..
Entretanto o tempo passou. Mas eis que este Natal qual não foi a minha surpresa quando ao abrir os presentes do meu marido (em privado, no quarto) desembrulho um desses aparelhos maravilhosos.
Acabamos por rir com a situação quando o retirei da caixa.
– Não o queres experimentar? – perguntou-me.
– Agora? Hum… Não sei…. Queres?
– Claro! Outra coisa não queria eu. Agora tens um pénis portátil. – brincou.
– Está bem. Mas hoje só este pénis é que tem o direito de brincar comigo.
– Tudo bem. Aceito.
Expectante sentou-se. Preparei-me para lhe dar o espetáculo da sua vida.
Em jeito de pequeno striptease, fui tirando a roupa até ficar com o sutiã e a cueca.
– Vou então começar… – disse-lhe em tom de aviso.
– Força! – disse sorrindo.
Pegando no vibrador comecei a lambê-lo pela ponta côncava. Coloquei-o e retirei-o até ao limite que a minha garganta havia regido. Retirei o sutiã e passei a ponta do vibrador pelos mamilos. Liguei-o e senti a sua vibração estimular-me os mamilos. Coloquei-o entre as mamas com a ponta virada para mim e toquei-o com a ponta da língua enquanto as minhas mãos em forma de sutiã o seguravam no lugar. Ao longo do meu espetáculo fui mantendo o meu olhar mais sedutor para que o meu espectador privado fosse mantendo todo o seu interesse.
Estava na altura de o “meu pénis” invadir a minha cueca. Comecei por introduzi-lo por entre a cueca, enquanto estava sentada na cama. Deitei-me de costas na cama e removi lentamente a cueca. No fundo da cama o meu marido via a minha cona entreaberta que ansiava por ser invadida. Fui aproximando o vibrador. Circundando a minha abertura. Até que o introduzi na minha boca uma ultima vez de modo a lubrificá-lo para o que ia suceder-se de seguida. Lentamente introduziu-o na minha cona. Enquanto o observava curiosa a desaparecer no meu interior via em segundo plano o meu marido a sofrer de tesão. Notava-se a inquietação de querer participar. De querer tocar. Levantou-se e aproximou-se com o intuito de se juntar a mim.
– Não meu menino! Hoje ficas tu com o teu que eu fico com o meu. – admoestei-o. As regras dos jogos são para cumprir!
– Foda-se! – deixou escapar com a frustração.
Desapareceu na casa de banho e reapareceu num instante com um pouco de papel higiénico que havia dobrado algumas vezes numa mão. A outra havia aberto a braguilha e as calças caiam-lhe já a caminho dos joelhos enquanto andava.
Sentou-se na cadeira com o seu membro hirto.
– Ok. Estou pronto. Podes prosseguir… – começando a masturbar-se.
Sentindo que estava acompanhada. Apliquei-me ainda mais em gozar ao máximo. Liguei novamente o vibrador. E imitei os movimentos de um pénis. Com a outra mão explorava o meu corpo. Os meus lábios, os mamilos. Posteriormente fui descendo até desaguar no meu clitóris que estava duro. Sentia-o húmido do liquido que emanava da minha cona. Estimulei-o lentamente enquanto era fodida pelo meu presente. Fechei os olhos e apreciei o momento. Conseguia ouvir o meu marido a masturbar-se como se de um adolescente tratasse. Abri os olhos para que os nossos olhares se cruzassem. Estava excitado como nunca. Da minha cona entrava e saía um vibrador reluzente que me fazia perder o controlo. Sentia um primeiro orgasmo chegar. Acabei por gozar estrondosamente passados poucos segundos.
Não satisfeita decidi dar um bónus ao meu marido pelo presente. Dei meia volta e coloquei-me de gatas com a cona virada para ele. Voltei a colocá-lo na cona ainda ligeiramente dorida dos espasmos. Ele havia-se levantado e aproximado para ver melhor.
– Também tenho um presente para ti sabes? – disse-lhe com um olhar tentador.
– Sim?
– Sim…
Retirei o vibrador lubrificado pela minha cona e direcionei-o para o meu cú que estava exposto à espera que o visitassem. Lentamente introduziu-o no ânus. Pelo tamanho do vibrador não tive dificuldade em introduzi-lo. Pelo reflexo do espelho consegui ver o meu marido que tentava adiar a ejaculação o mais que podia mas com enorme dificuldade. Comecei a fazer o movimentos da penetração e estimulei o meu clitóris que parecia que ia explodir de excitação. Num instante atingi um novo orgasmo completamente excitada pelo vibrador que dilatava o meu esfinter anal dando um sabor especial ao clímax.
Exausta, voltei-me e vi o meu marido ejacular. Todo o seu corpo se contraía para tornar o orgasmo mais completo. Os jatos de esperma saiam com uma pressão que nunca havia visto.
Ainda corado, aproximou-se de mim e disse-me agradecido:
– Foda-se foste espetacular. Obrigado pelo espetáculo.
Sorri.
– Eu é que agradeço pela prenda.

Esta foi a minha terceira história. Espero que tenham gostado. Aos meus leitores mais ousados deixo um desfio no meu blog. Bom ano.

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