O strapon da minha colega

O strapon da minha colega
O strapon da minha colega
A história que vou contar é verídica, aconteceu o ano passado.
Num dia daqueles quentes de verão, quando a empresa estava deserta com toda a gente de férias, almocei com uma colega minha. A C., minha colega, era uma milf de 45 anos, razoavelmente bonita, cabelo castanho longo, maminhas redondinhas, pernas bem torneadas, e super divertida. Nunca tínhamos falado muito e naquele dia calhou almoçarmos juntos.
Falamos da nossa vida pessoal, fiquei a saber que era divorciada, que o ex era um tipo que não lhe ligava nada, e que estava sem ninguém há quase dois anos. A conversa começou a escorregar para as vontades e as necessidades sexuais, o que gostamos de fazer e o que nos façam… e às tantas eu estava sentado com o pau duríssimo só de a imaginar sem aquele vestido amarelo muito leve. Via-se que ela também estava excitada com a conversa.
Passámos a tarde a trocar mensagens, cada uma mais atrevida que a anterior. Como ela é divertida por natureza aquilo tinha um tanto de brincadeira como de verdade. No final do dia a última mensagem dela era um convite para jantar em casa dela, ao que respondi – aceito mas tens de tirar as cuecas agora e ir só com o vestido até casa. Ela disse OK.
Saímos juntos e entrámos no carro dela. Quando ela se sentou o vestido subiu um pouco. Fomos falando enquanto ela conduzia e o vestido subia mais… . Com aquela resposta ao meu desafio fiquei curioso e não tirava os olhos daquelas belas pernas. Ela estava a reparar que eu estava curioso e fez o convite. “Porque não vez se tenho ou não…?”. Acedi e quando a minha mão desliza ao longo da perna para baixo do vestido encontro uma coninha totalmente depiladinha e já muito húmida. Fiquei imediatamente de pau duríssimo.
Chegámos a casa dela e obviamente que não houve jantar nenhum.
Que fodão! Todas as posições e mais algumas, comi aquela humidade deliciosa, a minha língua percorreu todos os centímetros daquele corpo… Lambi aquela coninha e aquele cuzinho com muito prazer. Explodi muitas vezes. Muito leitinho morno naquela boca deliciosa e naquela coninha. Delicioso.
Estávamos a descansar daquela maratona sexual e ela pergunta-me se eu estava à vontade para lhe realizar um fetiche. Eu disse que sim com aquele pensamento que tenho mente aberta e gosto de experimentar coisas.
Ela levanta-se da cama e vai à gaveta. Tira umas cuecas fio dental e pede para eu vestir. Sorriu e acedo ao pedido.
Em seguida tira um plug e um strapon e disse “agora é a minha vez…”.
Eu soltei uma gargalhada. Perguntei, é a sério? Ela disse que sim, que tinha o fetiche de dar um fodão num gajo, que tinha comprado aqueles brinquedos quando estava com o ex mas nunca tinha usado. O strapon ainda tinha as etiquetas.
‘Agora vais ser a minha bitch”, e ordenou-me que me colocasse de quatro. Acedi e logo em seguida levei uma palmada no rabo. “Vamos arrombar este cuzinho virgem”, e sinto o dedo dela a massajar o meu cuzinho afastando a cueca fio dental. Coloca o plug à minha frente com um tubo de lubrificante e diz para eu o besuntar bem porque ia entrar todinho. Oh God, o plug era enorme! Se aquilo entrasse no meu cuzinho ia ficar todo aberto.
Claramente ela estava toda excitada com a situação. Ela respirava depressa e eu confesso que estava tanto apreensivo como excitado.
Enquanto eu besuntava o plug ela massajava o meu cuzinho com o dedo humedecido… E começou a penetrar-me com o dedo. “Dá cá o plug” e começa por encostar a pontinha e fazer força… Sinto o cuzinho a ceder. O plug era enorme, muito mais largo que o meu pau. Ela empurrava devagar enquanto desviava o fio das cuequinhas. Comecei a gemer e isso ainda ainda lhe deu mais tesão. E por falar em tesão, o meu pau estava duríssimo e a pulsar.
Ela empurrou de uma só vez e eu pensei que o meu cuzinho ia rebentar. Entrou todinho e eu sinto aquele plug enorme a preencher-me. “Então bitch, não disse que entrava?”. O meu cuzinho estava a comer aquele plug enorme.
“Vira-te e mama o meu pau” – disse ela com o strapon colocado. Hesitei no início, lambendo só a cabecinha mas ela agarra-me no cabelo e empurra-me para o abocanhar. Era enorme, muito mais largo e comprido que o meu pau, quase não cabia na minha boca. Ganhei motivação extra para o lambusar quando ela disse “lambusa-o bem porque este não vai levar gel”.
Em seguida começou a puxar o plug bem devagar. Estava muito excitada e queria ver o cuzinho a abrir todo, diz-me. “Venho-me só de ver”.
Tirou o plug e diz-me para me deitar de costas. Agarra-me nas pernas e coloca-as para cima. Mete a pontinha e pressiona. Sinto o meu cuzinho a oferecer resistência à cabecinha e depois deixa entrar. Ela mete as minhas pernas nos ombros dela e desliza para dentro de mim de uma só vez. Gemo muito, aquilo é enorme. Sinto o cuzinho a abrir todo e as veias do strapon a deslizarem para dentro de mim. Em seguida tira todo e volta a arrombar-me. E outra vez, e outra.
Por fim começa a foder-me bem fundo, primeiro devagar e depois à bruta. Ela pára quando me vim sem ela tocar no meu pau. Tirou e lambeu todo o leitinho que estava na minha barriga e no meu peito e partilhou num beijo na minha boca.
Ficámos exaustos. Ela sorria muito e agradeceu-me a oportunidade de realizar este fetiche.
Não tornamos a repetir, não por falta de vontade. Só por falta de oportunidade. Quem sabe num futuro próximo?

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