Réveillon 2016 – Parte 2

Réveillon 2016 – Parte 2
No conto anterior…

“Durante nossas conversas, várias perguntas e questionamentos foram levantados, idade, estado civil, onde mora, até quando iríamos ficar…e combinamos em off, que no dia seguinte, nos encontraríamos ali pelos arredores. Confirmei sem pensar duas vezes, não pq estava, estaria interessada, mas pq sabia que isso nunca iria acontecer, encontros casuais assim, iniciam e temos que aproveitar ao máximo, pois não se sabe quando irá se repetir…”

Olá a todos, como alguns poucos conhecem, sou a Rê e vou continuar o que passei no Réveillon 2016, conforme havia prometido. Recebi alguns feedbacks na história anterior e amei, obrigada!

No dia posterior, acordei muito tarde, estava cansada e com dores nas pernas de tanto que fiquei de pé durante a festa de virada de ano. Fui a última a acordar, mas confesso que se não fossem os barulhos de casa, dormiria ainda mais…

Realizado o almoço e descanso, fui aproveitar o ótimo sol que estava dando no dia, já era meio da tarde e fui com meus pais, tias e primas voltaram a capital para iniciar as rotinas de trabalho.

Sol escaldante, ótimo para tomar banho de sol e ruim para entrar na água, pois estava levemente gelada.

Perceberam que até agora não falei no B1? Pois então, não havia passado pela a minha cabeça, sério. Como havia falado no conto anterior, já tive diversas experiências de “futuros” encontros que não passaram de simples enrolação…-mas bem, vamos voltar ao assunto.

Meus pais na água, eu cuidando o local, bolsa e demais itens que foram deixados para a minha supervisão, eis que escuto uma voz…-olá baixinha (não mencionei no conto anterior, mas entre nossas conversas ele me apelidou de “baixinha”, talvez pelo meus 1,69…risos!)

Olho contra a luz do sol, tapando parte de meus olhos por causa do reflexo intenso da luz, eis que vejo ele, meu amigo de Lual da noite anterior, o B1. Fiquei feliz e nervosa ao mesmo tempo, feliz por ter reencontrado ele e conflitante internamente em mim por causa de querer algo e talvez não poder.

Conversamos um pouco, o tempo bastante para eu avistar meus pais saindo da água e vindo em direção até nós, onde ele comenta que gostaria de conversar mais comigo e perguntou se poderia encontrar ele no quiosque onde aconteceu a festa da noite passada. Sorri e saiu ao natural de minha boca, sim! Sem pensar, nem nada!

Fiquei um tempo com meus pais ali e meu padrasto saiu para buscar um milho verde para nós, recusei, disse que não precisava. Nesse meio tempo em que fiquei com minha mãe a sós, eis que ela me questiona quem era o rapaz que estava falando comigo enquanto ela estava na água? Não disse toda a história, mas resumi em partes onde tudo começou, e ela me disse: – olha, cuidado!
Não entendi e entendi ao mesmo tempo…risos!

Padrasto volta, eles ficam se alimentando e conversando e lhes digo que irei dar uma caminhada e que comeria alguma coisa pelo caminho, feito isso, arrumei minha tanga, óculos e meu chinelo e parti para uma caminhada em direção ao quiosque onde “marcamos” de nos encontrar.

Chegando no local, olho para os lados esperando encontrá-lo e então à vejo sentado em uma mesa, dois cocos sobre a mesa, um sendo bebido por ele e o outro sem ninguém. Cheguei perto e perguntei se estava atrapalhando algum encontro dele, pois tinha um coco servido na mesa a frente dele. -Sim, disse ele, eu vi quando estava saindo e me prontifiquei a pedir um para você. Sorri com um vermelho no rosto e me sentei ao lado dele.

Conversamos muito, muito mesmo. A tempos não sabia o que era ser entretida por assuntos banais do dia-a-dia de forma leve e descontraída. O sotaque dele era lindo de se ver, a forma que falava e que abordava os assuntos, digno de um carioca, digamos…risos!

E tudo foi indo ao caminho e rumo natural das coisas, conversa, elogios, olhares, sorrisos desconcertantes…

Falamos de nossa vida pessoal e amorosa, foi o assunto que mais rendeu, ele me perguntou várias coisas, do tipo, quantos eu namorei, quem era meu atual, onde estava meu atual, pq ele não estava ali do lado de mim, dizia que se fosse ele não deixaria uma mulher linda e baixinha sozinha em uma praia! Risos! Para tudo ele usava o “baixinha”, o apelido que antes odiava, por algum momento estava gostando de escutar dele.

Água do coco no fim, fim da tarde se aproximando, vejo a movimentação dos meus pais saindo da praia e indo em direção a avenida para ir pra casa e comento com ele que deveria aproveitar e ir também. Ele logo pega minha mão e diz para eu ficar mais um pouco e me convida para vivenciarmos a duna novamente antes de eu ir pra casa, pois ele iria para o RJ em poucos dias e não sabia quando iríamos nos ver novamente. Aceitei com uma vergonha imensa no rosto, peguei minhas coisas e saímos juntos até a duna.

Corpos sentados na areia fofa da Duna, mas estendo minha canga para não me sujar tanto, ele se ajeita ao meu lado como na noite anterior. Minutos de silencio e leve constrangimento de minha parte, pois de certa forma sabia que algo poderia acontecer ali, naquele momento. Ele se aproxima ainda mais, envolve minha cintura com seus braços me puxando ainda mais perto dele. Olho rapidamente para os lado para ver se alguém está nos vendo, nada vejo, nada além dele se aproximar de mim e começar a me beijar…- beijos aquele esquecido de um namoro longo e de rotina, beijo aquele de vontade de ambos, onde a saliva chegava a matar a cedo de ambos naquele momento. Beijo daqueles onde esquenta tudo e o corpo não responde ao correto e fiel correspondente a minha situação civil no momento. Mãos agora saem da zona de conforto e percorrem meu corpo, onde eu gelo e por um segundo tento evitar, que logo é abafado por uma voz em meu ouvido dizendo para relaxar…-suas mãos param em meus seios, ainda por cima do biquíni, apertando levemente, onde para de beijar e olho nos olhos dele dizendo que deveríamos parar por alí, que estava errado o que eu estava fazendo, afinal, sou, era comprometida.

Em um ato como se eu não tivesse falado nada, ele ainda olhando nos meus olhos, coloca sua mão que estava estacionada por cima dos seios, agora por dentro, apertando ainda mais forte. Com um movimento involuntário, coloco minha cabeça prá tras, em forma de não segurar mais o tesão que ali eu estava sendo tomada por aquele rapaz negro em mim. Desse ponto ele percebeu que eu não iria oferecer mais resistência as investidas dele…

Gostosa, cheirosa, safada, baixinha, branquinha…-eis o que tenho que escutar dele em meus ouvidos enquanto ele me toca com sua mão por dentro de meu biquíni. Não há mais como enganar ele e não dizer com meu corpo, que o mesmo quer ele, sendo assim, ele pede que saíssemos daquele lugar e fôssemos para mais atrás e recuado das intermediações dos quiosques. Logo pegamos nossas coisas e recuamos mais, quase que entre uma fileira de Duna e outra.

Achado o local, agora nossos beijos e toques acontecem de pé mesmo, suas mãos puxando e abrindo minha bunda em direção a ele, roçando em seu membro que notavelmente estava muito duro. Ele logo eleva suas mãos aos meus cabelos, fazendo um rabo de cavalo, ajustando para poder segurar em uma única mão e me direcionando ao óbvio, me ajoelhar diante dele e fazer um carinho nele com minha boca…

Tiro ele de dentro de sua bermuda e me deparo com algo mais lindo que tinha visto até aquele dia, estava meia bomba, como ele mesmo afirmou. Era grande, não imenso como nos filmes que já havia visto, mas era consideravelmente maior aos que tinha usado e degustado…risos!

Não tomei conta de minhas ações, chupei como talvez nunca tinha feito antes, com vontade. Os dois estavam loucos de tesão, e ambos queriam tudo aquilo que estava acontecendo.

Preliminares feita com gosto, ele tentando coletar algo de seu bolso…sim, camisinha! Não sei se naquele momento eu agradecia ou ficava com raiva….risos! Pois com camisinha, eu iria transar com ele, sem camisinha não iriamos transar. Mas para quem chupou, foi chupada e dedada, o que poderia piorar a minha situação? Risos!

Ele me colocou de 4 na areia fofa, por cima de minha canga e começou a colocar ele dentro de mim. Não estávamos pelados, apenas com suas roupas íntimas recuadas em pontos estratégico para o ato em sí.

O resto é o resto, acho que todos sabem o que acontece…ele mete, mete, mete…-não vou ficar recriando interjeições como: – Ah, mete! Eu vou gozar! Me parece um pouco chato e “não” real…

Ficamos de 4 somente, era uma posição onde conseguia ver um futuro movimento entre o local e região, eu no meio da o fim da transa comecei a ficar ressecada, por N motivos, vento, areia, situação. Mas estava realizada, mesmo sem gozar. Foi maravilhoso cada segundo daquela aventura e loucura que tivemos.

Ele gozou, tirou a camisinha, deu um nó, guardou na bermuda. Mas antes me ajudou a me levantar, me deu os últimos beijos, uma última conferida nos meus seios, dando uns leves beijos de tchau..risos!

Me deu um abraço e me disse que foi a experiência mais incrível que ele teve, me senti bem, apesar do peso na consciência que naquele momento estava começando a me abater, fazendo eu refletir sobre o que tinha acontecido.

Saímos andando lado-a-lado, nos despedimos no quiosque, onde tudo começou, ele me deu um selinho e eu sai em direção a minha casa. Realizada, desejada, feliz, mas ao mesmo tempo, aflita, confusa, arrependida…

Obrigado a todos que leram até aqui, sei que a primeira fase foi chata, já que é um site porno e fiz um conto de fadas, mas acredito que para tudo tem um inicio, meio e fim.

Tenho uma captura, foto, que fiz com ele nesse dia. Foto normal gente, de amigos. Talvez poste algum dia, se assim uma grande parcela aceitar e gostar da idéia.

Chega ao fim desse episódio, espero que tenham gostado.

Espero ansiosa o feedback de todos vocês. Sintam-se a vontade para comentar, criticar, dar dicas…aceitarei todas de forma construtivas.

Beijos, beijos da Rê!

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