Tora tora

Blonde

Tora tora
Este relato foi escrito a pedido de meu tio Edilson. O puto me disse para comunicar-lhe sobre a publicação do mesmo, para que ele batesse uma boa punheta durante a leitura.
Este é pra você tio Edilson. Se acabe na bronha, gostosão.
A cidade de X e mais um fim de semana levando tora de um de meus tios.
Desta vez tomei no cu com meu tio Edilson ( nome real).
Estava virando rotina os anúncios de minha mãe em relação às visitas de meus tios.
– Frederico, seu tio Edilson está chegando. Ele me ligou da Cidade de y (cidade vizinha, que ficava localizada a 40 minutos de carro da Cidade de X) e está quase chegando.
– Mas mamãe, porque a senhora não me avisou antes? Preciso sair agora a tarde.
– Fred, eu também não sabia. Sabe como é o Edilson. Ele não gosta de incomodar. Não avisou antes para receber paparicos em sua chegada.
Percebi a felicidade de minha mãe. Ela era louca pelo irmão caçula e ele nunca havia nos visitado.
Repensei meu compromisso e resolvi cooperar com mamãe.
– Calma dona Rosana (nome fictício). Seu desejo é uma ordem. Vê-la com esta carinha de alegria não tem preço. Me derreto todo. Vou desmarcar com a Márcia ( minha primeira namorada) e esperá-lo contigo, ok?

Minha mãe aproximou-se de mim e deu-me um beijo na testa.

– Ohhhh filhão bacana, esse meu. Obrigada.

Liguei para a Márcia, contei sobre a chegada de meu tio e pedi paciência a ela naquele final de semana, pois meu tio com certeza merecia minha “atenção”.

Assim que terminamos de preparar um bom lanche, meu tio chegou. Era o iniciozinho da tarde daquele dia.

Tio Edilson era lindo ( apesar de bem maduro, ele ainda é um tesão e é com ele que trepo até hoje, sempre que tenho tempo), mais ou menos 1,90 m, moreno claro, olhos bem verdes, um corpão de tirar o fôlego, pé e cacete gigantes e muito peludo.

– Edilson, meu irmãozinho, quanto tempo. Nossa como você está bonito. Disse dona Rosana, toda orgulhosa do irmão.
– Pare de exageros Rosana. Assim fico todo encabulado. Estou ótimo e vocês aqui na Cidade de X?

– Estamos muito bem. Frederico fez questão de te esperar. Não é Fredinho?

Me aproximei do machão tesudo e o cumprimentei.

– Como vai tio? Tudo Bem? Seja muito bem vindo em nossa casa!

– Tudo bem Fred. Meu Deus, como você está diferente. Cresceu, está todo bonitão. Esse é o garoto do tio.

Ao ouvir aquele comentário, pensei – ” Meu cu e meu pau é que serão seus garotos, já, já titio tesudo”.

– Coloque sua bagagem na suite do Fred. Ficará em seu qurto neste im de semana. Tudo bem pra você Edilson? Perguntou-lhe minha mãe.

Na maior cara de pau e com um sorriso muitissímo sacana, meu tio olhou pra mim e respondeu:

– Que bom , Rosana. Me fez um favor ao me deixar perto de meu sobrinho. Quero mesmo me aproximar muito dele neste fim de semana.

Naquele momento, tive certeza que meus outros tios comentaram com o gostosão sobre nossas fodas e que também iria trepar pra caralho com ele naqueles dias.

Meu tesão foi a mil. Não podia esperar até a noite para dar a bunda pro fodido. Armei um planinho, bem rápido para ficar sozinho com o sacudo e tratei de entrar em ação.

Esperei tio Edilson acomodar as malas em meu quarto e se deliciar com o lanche de minha mãe. Em seguida e com o toba pegando fogo, convidei-o para conhecer o lote onde meu pai guardava suas tralhas e seus carros. ( este lote já foi descrito no relato: DONO DA AUTO-PEÇAS – WILIAM O PELUDÃO.)

Estavamos os dois de camiseta e shorts. Tio Edilson vestia uma camiseta preta bem colada e decotada , expondo um moita de pelos no peito. Vestia ainda uma bermuda jeans bem apertada que realçava suas grossas e cabeludas coxas.
Precisava agir logo, pois naquele momento meu pai estava fiscalizando uma obra, mas não domoraria muito para chegar. Sempre que chegava do trabalho, meu pai passava primeiro no lote para guardar a Kombi que transportava os peões de suas obras. Cada peão de tirar qualquer um do prumo.

O safado aceitou logo e nos encaminhamos para o lote.

Resolvi que desta vez, não seria direto com o gostoso. Queria que o tesudo me achasse inexperiente. Infelizmente virgem com certeza ele já sabia que eu não era. Os filhos da puta de meus outros tios já tinham contado a ele que estávamos trepando em suas visitas.

Assim que entramos no lote, mostrei-lhe tudo e entramos no barracão de madeira de meu pai.

– Está namorando alguém, tio Ademar?

– _ Estou comendo uma piranha lá em N ( Cidade onde todos os meus tios moravam). Namorar mesmo, não sei se quero por agora.

Meu tio alou da namorada, passou amão na jeba e deu aquela apertada.

Não perdi tempo, virei de costas pro tesudo, abaixei um pouco, próximo a uma mesa que lá se encontrava, empinei bem a bundona e fingi que ia mostrar-lhe umas tranqueiras de meu pai num cantinho ali perto.

– Tio, venha cá. Olhe aquelas ferramentas.ali. Não tem problema, elas tomarem chuva? Olhe aqui.

De cara, tio Edilson percebeu minha intenção e ao aproximar-se de mim, colou seu corpo em minhas costas, colocando seu queixo barbado bem no meu cangote. Entrou na onda e começou a fingir interessa nas sucatas.

Ao sentir aquele macho me encoxando, meu caralho ficou para explodir de tão duro. Meu toba piscava desenfreadamente, pedindo rola. Eu suava e meu corpo arrepiava inteiro de prazer.

– Onde Frederico? Perguntou-me o cacetudo já de cacete duraço. O puto perguntava e me esfregava a jeba de mansinho na bunda, deslizando-a até minhas coxas.

– Ali titio, não está vendo? Neste momento comecei a rebolar o rabo. Ao mesmo tempo abaixava e levantava acompanhando os movimento de meu tio machão.

O puto continuou me tesando e brincando.

– Hummmmmmmmmmm, AAAAAAAAAAAAAiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, Issssssshhhhhhhhh. Ainda não vi. Abaixe mais Fredinho. Quem sabe assim eu consigo ver. O Caralhudo me esfregava a jeba sem parar e sussurava em meu ouvido.

– Mostra pro tio, mostra. HUuuuuuuuuuuuuuu, delicia. Onde? Quias ferramentas? Isshhhhhhhhhhh, Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Que tesão!!!!!!!

– AIiiiiiiiiiiiiii, uuuuuuuuuuuuiiiiiiiiii.

– Ali tio. aliiiiiiiiiiiiiiiiiii, Uiiiiiiiiiiiiiiiii, Noooooooooooosssaaaaaaaaaa, Está vendo. Bem ali, veja.

Neste momento, abaixei meu short e não deixei que ele abaixasse o dele. Agachei mais ainda, abri a bunda com as mãos, expondo bastante meu rego e empurrei o rabo em seu cacete.

O caralho duro de titio ainda dentro da bermuda, encostou bem no meio de meu cu. Quase esporrei de tesão, mas me segurei. Queria a verga dele toda atochada no meu reto. Queria gozar entupido de piroca no cu.

Ficamos naquela brincadeira por alguns minutos, até que virei minhas mãos pra trás, abria braguilha do “cadelo peludo” e tirei a mandioca do cavalo pra fora. Segurei a vara e senti o tamanho da manjuba que iria aguentar. Que tesão de manjuba. Enorme, grossa e muito cabeluda.

Tentei segurar a cacete pra baixo pra começar a deslizar minha bunda nela. Impossivel, estava muito dura e e não envergava. Resolvi segura-la pra cima mesmo e deslizei a bunda bem devagarzinho, arrancando de meu tio altos sussurros de prazer.

– Não aguento mais tesãozinho do tio. Deixa comer sa bunda, deixa.

– Calma tio. AAAAAAAAAiiiiiiiiiiiiii tesudo, do caralho. Quero uma chupada e uma enfiada de língua no cu antes dessa cobra gigante me arrombar. Chupa e lambe meu cu, meu macho. Chupa bem gotoso, vai; HUUUUUUUUUUMMMMMMMM, Issssssssshhhhhhhh.

Tio Edilson colocou seus jolehos no chão, abriu minhas nádegas, deu uma sopradinha bem no olho de meu cu, foi enfiando bem devagar sua lingua em meu buraco e aumentando a velocidade da lambida aos poucos.
Assim que senti que o macho lambia sem parar meu toba comecei a rebolar a bunda em sua cara, gemi e comecei com as baixarias.
– AAAAIIIIIIIIIIIIII, machão, lambe sua putinha, lambe. Quer um peidinho na boca, safado?

UUUUUUUUUUUUUiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Hummmmmmmmmmmmm. Que bocarra safada. Soca essa língua toda cavalo chucro. Huuuuuuuuuuummmmmmmmmm. Issshhhhhhhhhhhh.

– Tá gostoso, viadinha safada do tio. Huuuuuuuuuuummmmm. Mas que “butaõzinho” ajeitado, esse seu heimmmm, putona? Vou te enrabar agora, cadela sacana. Abre as pregas desse toba, vadia, Abre.

HUuuuuuuuuuuuuuuummmmmm. Aiiiiiiiiii. Ohhhhh cuzinho gosotoso da porra. IIIIIIsssssshhhhhhhhh.

– Vem com tudo tio. Soca sem dó nem piedade nesse rabo. Quero mastigar essa rola toda.

Tio Edilson, deu uma cusparada bem no meu do meu furo e enfiou a jeba inteira de uma só vez, me fazendo urrar de dor e tesão.

– Toooma pistoooooooooooooooola, prostituta safada, Hummmmmmmmmmmm, Aiiiiiiiiiiiii. Quuueeeeeeeee bommmmmmmmmm comer esse cuuuuuuuuu, cadela. Vou te foder o final de semana todo. Vou te deixar alargada vadia do caralho. Aiiiiiiiiiiiiiii, cuzudo. Rebola na pica do tio, rebola.

– Vou te dar o cu o tempo todo se quiser. Agora monta em minha bunda, como se eu fosse sua égua, monta cadelo imundo do sobrinho. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Que pirocão é esse tio. Poooooooooooorrraaaaaaaaaaa.

Meu tio me montou e atolou até o talo da pistola em meu reto. icou me cavalgando e atolando sem dó até que de repente….

– ISSSSSSSSSSSSSHHHHHHHHHHH, toma porra vadia. Tommaaaaaaaaaaa gala putona tesuda. UIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIii. HUmmmmmmmmmmmmmm. Puta que o pariu, Frederico, não consigo parar de gozar. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIiii. Que foda gostosa, sobrinho.

– Não tire a rola, tio. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, vou Goooooooooozaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.

HUMMMMMMMMMMMMMMMMM. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIi que caralho gostoooooosso, porra. Quero ele pra mim tio. Quero que você uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, seja meu macho, sempreeeeeee. promete tio, promete.

Tio Edilson esperou-me ejacular tudo, retirou a jeba de meu toba, olhou pra mim, com aqueles belos olhos verdes e me disse:
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– Como você é safado e sacana, Fred. Seus tios me contaram e não acreditei, mas eles tinham toda razão. Vou te foder o fim de semana todo. Vou querer perder o cabaço do meu cu contigo e será amanhã no motel que você rá me levar.

– Ahhhhhhhhh, sabia que tio Ademar e tio José Carlos tinham aberto a boca. Amanhã vou te descabaçar, mas hoje a noite no meu quarto quero continuar sendo sua puta, ok? Fechado?

– Combinado.

Demos um beijaço e fomos embora.

A foda do motel, onde descabacei o rabo peludo de meu tio, será meu próximo relato.

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