UM ANIVERSÁRIO ESPECIAL

Bdsm

UM ANIVERSÁRIO ESPECIAL

Conhecemos à muito tempo o M numa rede social de conteúdo para adultos, e desde então tínhamos tido conversas esporádicas com ele, sobre diversas fantasias e tínhamos os mesmos gostos. Nos últimos tempos as conversas e os contactos sucediam-se com mais frequência e após já se terem partilhado algumas intimidades e nos termos vistos apenas por webcam formou-se na cabeça da minha mulher a ideia de nos encontrarmos com ele, e a ela agradava-lhe muito o género dele e numa determinada noite vieram ter com ela as fantasias mais loucas.

Estávamos quase a entrar de férias e coincidia com essa data, o aniversário da minha esposa. No aniversário dela queria fazer algo diferente. Queria sair da rotina. Íamos sempre para fora mas passávamos essa data os dois sozinhos.
Como o local escolhido para passarmos esses dias não distava muito da morada dele endereçamos-lhe um convite para se encontrar connosco para travarmos conhecimento pessoal Aceitou e ultimamos pormenores para o nosso encontro.
Viajamos até ao local de destino e nesse mesmo dia teria lugar o encontro tão almejado pela minha rica esposa que amiúde ia ficando um pouco alterada, talvez até um pouco nervosa e ao mesmo tempo curiosa.

Encontramo-nos e dirigimo-nos para um café onde discretamente ficámos bastante tempo trocando impressões sobre nós e sobre tudo o que nos levava a estarmos ali os três.
Os primeiros minutos foram de algum nervosismo que nenhum de nós parecia demonstrar, a empatia já vinha das conversas na Net, mas também uma mistura de contentamento por afinal sermos fisicamente, aquilo que todos desejávamos.
Ela olhava fixamente para aquele homem agora fisicamente presente, tinha um olhar penetrante, com boa figura, com uma presença confiante e com carisma. Maria percebeu que ele a olhava insistentemente, não se sentiu incomodada devolvendo alguns olhares atrevidos, ajeitando muitas vezes o cabelo, e passando ligeiramente os dedos pelos lábios.
Depois de umas horas sentados num café conversando e entreolhando-nos, chegámos à fase de termos que falar no que se seguiria. O nosso interlocutor não podia permanecer ali mais tempo naquele dia e perguntou então o que pretendíamos nós pois por parte dele existiam condições para avançarmos para encontro em ambiente de intimidade. Como ela fazia anos no dia seguinte, tanto eu como ele, deixamos que a decisão coubesse a ela. Ele dizia que por ele existia empatia por nós e estava na disposição de ficar ao nosso dispor. É então que Maria diz que queria jantar no dia seguinte e ele perguntava: Mas jantar, jantar? A 2 ou a 3? Maria replicou e disse: “Quero jantar a três e depois quero “brincar” a três”. E como para bom entendedor meia palavra basta, ficámos assim e combinámos jantar no dia seguinte.
Saímos cada qual com o seu destino e entre nós fomos falando do que poderíamos fazer ou não fazer e concluímos que estávamos hospedados num hotel com um quarto acolhedor, com uma cama enorme que reunia todas as condições para o que se almejava e desejava.

Chegara o dia D e encontramo-nos como combinado para jantar. O jantar decorreu com a calma necessária mas pareceu-nos a nós que ele já se encontrava um pouco impaciente…talvez ansioso. Acabámos de jantar, saímos do restaurante e ela pediu-me para seguirmos incondicionalmente para o hotel…sem paragens…sem impedimentos…e percebi logo que ela estava excitada e ansiosa e fazia também para excitar aquele homem que se tornara nosso amigo e que, evidentemente, dela esperava algo em troca.

Subimos ao 1º andar pela escada e na entrada da porta do quarto o coração dela parecia saltar. Entramos e esperamos por ele que discretamente entrou em separado. Após a porta fechada ela tira o casaco e fica apenas com o seu prático, elegante e curto vestido ao que ele reagiu comentando que assim a noite ficaria mais quente tendo ela sentido logo um calafrio por ouvir tais palavras. Conversamos por uns breves minutos, altura em que ela começou a trocar de indumentária. Apareceu se salto alto e com uma fina lingerie que até a mim me surpreendeu pois aquela eu não conhecia. Enquanto isso ele assistia e mirava-a, de alto a baixo, despindo-a com um olhar penetrante que a perturbou, deixando-a extasiada e expectante. Ela sentiu o seu olhar penetrante e tocou-se, massajou o seu sexo ao de leve e sentiu-se molhada, gemeu com a boca entreaberta e gozou, ficando com a sensação de que ele a ouvira.

Sentaram-se ambos no sofá enquanto eu preparava uma bebida para descontrairmos. Perante a pouca roupa que ela trajava os olhos de M saltitavam e parecia-me cada vez mais fascinado. Aos poucos ia-lhe fazendo umas carícias nas pernas, nos ombros … no peito e beijava um ombro, o pescoço, segurava-lhe na mão, isto enquanto ela se ia deliciando…pois afinal quem não gosta de receber bons tratos! Eu estava só observando.

Aos poucos as suas mãos deslizavam pelos seios dela e os seus dedos iam tocando os mamilos erectos. Nessa altura aproximei-me e comecei a soltar as mamocas para fora e abocanhei uma delas enquanto ele fazia o mesmo na outra.
Estávamos agora os três sentados no sofá, estando ela no meio. Ele ia-se livrando da roupa e quando começou a desapertar as calças, ela encarregou-se de acabar a tarefa e baixava-lhe agora as cuecas soltando-lhe o sexo teso como ela o desejava. Nesse momento deixei-os sós e num instante ela se apossou daquela gaita e com a sua boquinha sequiosa dá início a uma série continuada de beijos e chupadelas. Por seu lado, ele apenas fechava e abria os olhos, gozando aqueles momentos que possivelmente também imaginara.

Ela acariciava o pénis dele enquanto ele fazia descer as mãos pelas pernas dela. Aquela cena parecia dotada de algum automatismo pois, á medida que as mãos dele desciam, as pernas dela, lentamente, iam-se abrindo. A cuequinha dela começou a ser desviada e a ratinha dela logo se deixou ver. Rosadinha e bem depiladinha estava a ferver e deixava transparecer o seu estado de excitação pois já brotava dela o líquido indicador desse mesmo estado. Estava molhadinha e ele não se fazendo rogado mergulhou entre as suas pernas e toca de passar a sua língua na entrada daquela gruta, tal qual o pintor faz deslizar o pincel pela tela. Aproveitando uma mudança de posição avancei também para provar o néctar dela. As mãos dele tomavam conta do sexo dela e ele soltando-lhe o reduzido slip que ela usava deixa escapar os dedos para explorar o seu interior que se abria cada mais para ele. Usava as mãos, empurrava os dedos para dentro dela e ela abria a boca como que a pedir-lhe algo…já a tinha praticamente ao seu colo.

O grau de excitação subia e eu próprio estava deveras excitado.
O sofá já estava a ficar curto para a agitação que se ia fazendo sentir e até um pouco desconfortável e então resolvem mudar o local da contenda para a enorme cama, que já aberta, os esperava. Pelo meio eu ia tirando umas fotos dos acontecimentos…para mais tarde recordar!
Parecia que os dados estavam lançados para uma noite de sexo tórrido.

Na cama, ela chupava-lhe o pau como podia e claro que o faz com muito gosto pois adora tê-los na boca. Ele derretia-se enquanto simultaneamente lhe afagava aquela ratinha ávida de sexo que estremecia a cada toque. Viravam-se e reviravam-se e o calor aumentava. Eu masturbava-me a ver aquele “enrolanço” e a ouvir os gemidos que eles iam soltando. M delirava com uma bela chupada enquanto eu não aguentei mais e penetrei-a por trás até ao orgasmo que chegou volvido muito pouco tempo.
Já mais calmo, continuei a rondá-los. Ele agora apalpava-lhe as nádegas e aos poucos explorava o interior do seu rabinho e ela continuava a “mamar”. Às tantas ela puxa-me e segura-me pela mão enquanto eles se beijavam e ele roçava o seu pau cada vez mais duro contra o sexo dela. Ela tremia de tesão e ele começa a rondar os lábios com a gaita, a esfregar e a empurrar e a tocar…por instantes pensei que fosse penetrá-la e fiz-lhe sinal para não o fazer e ele acedeu ao meu pedido. Fiz-lhe mais uns gestos que pensei que não tivesse percebido e mudaram de posição. Eu saltara para a frente dela e agora sem esperar ela abocanha-me o membro e toca de chupá-lo. Ele roça-lhe as nádegas e deixa o pau ali à mão de semear. Nesta altura dirijo-me a eles e peguei-lhe para o introduzir na rata dela o que enão tardou. Afinal parece que ele tinha percebido o que eu queria fazer.
Eu a dirigir-lhe o pau para dentro dela e ela a empurrar com os dedos para apressar a penetração. Afastei-me e vejo-a estremecer como se tivesse levado um choque eléctrico e ele estarrecido com aquela coninha macia e apertada.

Podia ouvi-la gemendo e a minha tesão aumentava de novo pois alimentava-se dos seus gemidos que cada vez se tornavam mais intensos. Pouco tempo depois ela vinha-se e ele continuando os movimentos de vai-vem não demorou muito mais para se retirar dela e derramar o seu sémen no corpo electrizante da minha esposa.

Dali para a frente ficamos deitados os três na cama falando e trocando impressões sobre o acontecido.
O prazer aconteceu. Ela teve um dia de aniversário diferente e gostoso tal como imaginara.
*Sabíamos que ias gostar – no final ficamos convencidos –

*Esta história é verídica. Aconteceu mesmo e o último parágrafo é dedicado à pessoa que connosco esteve. Ele durante este relato foi identificado ficticiamente como “M”

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