Examinado pela irmã estudante de medicina!

Examinado pela irmã estudante de medicina!
Cheguei em casa mancando de tanta dor no saco! Eu estava pegando uma garota virgem e ela estava fazendo jogo duro. Ficávamos horas no carro se esfregando, mas não passava disso! Ela deixava no máximo eu chupar seus peitos e pegava no meu pau, mas não me fazia gozar. Resultado: eu ficava muito excitado por várias horas ali com ela e não gozava! Quem já passou por isso sabe que dói muito! O saco fica explodindo e faz até a gente mancar ao andar…

E quando minha irmã me viu entrar na sala, olhou preocupada e perguntou o que tinha acontecido. Expliquei a situação e ela começou a rir. Falou pra eu parar de pegar pirralhas e arrumar uma mulher de verdade! Porra! A garota tinha 19 anos, a mesma idade que eu! Mas minha irmã já tinha 23 anos e quis dar uma de experiente. Fiquei irritado e disse que iria tomar banho. Que se ela não podia ajudar, que pelo menos não atrapalhasse!

Ela continuou rindo e me explicou mais ou menos o motivo da dor… Como ela fazia faculdade de medicina, tinha mania de bancar a “doutora”. E falou que só uma gozada resolveria o meu problema. Deixei-a rindo e fui tomar meu banho. Mas a dor incomodava muito e piorava ainda mais quando meu pênis tentava ficar ereto e por isso não consegui me masturbar e gozar no banho. Desisti e resolvi ir dormir pra ver se passava…

Cheguei no meu quarto de toalha, logo depois do banho, sentei na cama e liguei a televisão pra ver se me distraía um pouco. Logo depois minha irmã entrou no quarto e perguntou se eu tinha resolvido. Disse que não e mandei-a sair, pois não precisava de deboche pra piorar. Ela pediu desculpas e disse que não iria rir mais. Falei pra ela que com a dor que eu estava, ficava difícil me excitar, ficar de pau duro e gozar. Ela então falou “Me deixa ver se está inchado demais!”. Assustado, eu olhei pra cara dela e perguntei “Como assim?”. Ela me mandou parar de besteira, que ela era médica, que era melhor ela olhar e ver se estava tudo bem, do que continuar doendo e eu ter que ir contar minha história em um hospital.

Não tive como discordar dela e perguntei qual procedimento ela iria fazer. Ela falou pra eu tirar a toalha. Levantei e tirei a toalha totalmente sem graça. Eu tinha muita intimidade pra conversar com minha irmã, mas não de ficar pelado na frente dela. Ela colocou a mão com cuidado no meu saco e foi apalpando devagar, com a maior naturalidade do mundo. Parecia realmente uma consulta médica. Ela tocou num ponto e falou “É aqui que dói?”, e eu confirmei porque era o exato ponto da dor. Caí sentado na cama e dei um urro de dor. Ela disse que estava muito inchado, com muito esperma acumulado, que eu precisava resolver isso, ou iria ficar muito tempo doendo. Talvez tivesse até que ir pro hospital tomar remédio pra dor, pois estava inchado demais.

Eu disse que não iria de jeito nenhum. E que a dor iria passar. Ela falou: “Você vive tocando punheta, toca mais uma e pronto!”. Eu falei que com aquela dor não era fácil assim. Ela então falou que poderia me ajudar. Tomei um susto e ela disse de novo que era médica, que não tinha nada a ver e tal. E foi logo pegando no meu pau que estava completamente mole. Ela foi apertando meu pau e massageando meu saco, não encostando onde doía. Fiquei mudo e não tive como não começar a ficar excitado vendo aquela cena. Minha irmã de camisolinha, abaixada tocando uma pra mim com a cara mais séria do mundo. A alcinha da camisola escorregou pelo ombro com os movimentos e começou a descer. Ela fingia não perceber e continuava me masturbando. O peitinho dela foi se revelando aos poucos e ficou completamente pra fora e balançando com os movimentos dela.

Meu pau começou a dar sinal de vida. Ela disse: “Isso, garoto!”, e começou a tocar mais intensamente, mas ainda com cuidado. Meu pau estava ficando meio mole meio duro por causa da dor e do tesão. Foi quando ela falou pra eu deitar as costas na cama pra relaxar mais, porque sentado eu estava muito tenso. Deitei. Alguns segundos depois, senti algo molhado e quentinho deslizando no meu saco. Levantei um pouco a cabeça da cama e vi minha irmã lambendo o meu saco, me masturbando e olhando nos meus olhos com um sorriso safado. Ela falou “Deita e relaxa! Seu saco tá muito inchado!”. Sem acreditar, eu deitei de novo. Senti meu pau latejando de tão duro. Ainda sentia dor, mas o tesão era maior…

Minha irmã estava lambendo meu saco, deslizando a língua debaixo até em cima. Chupava as minhas bolas colocando dentro da boca e soltando. Que delícia! Depois de um tempo, ela olhou meu pau e disse “Agora sim… É só liberar o leitinho!”. E começou a chupar a cabeça dele. Depois foi descendo e engolindo tudo que ela conseguia. Eu olhando pra ela via aquela putinha me pagando um boquete fenomenal. Ela olhava pra mim e dava um risinho safado…

Não aguentei mais e comecei a gozar. Ela sentiu antes porque estava massageando o meu saco o tempo todo. Então segurou firme o meu pau e engoliu tudo. Teve uma hora que ela deu uma engasgada de leve por causa dos jatos de porra na garganta, mas não perdeu uma gota. Eu gozei feito um cavalo. Ela chupou meu pau até o sentir amolecer na boca e depois desceu pro meu saco mais um pouco. E falou “Agora o seu saco tá vazio. Passou a dor?”. Respondi que tinha passado completamente.

Ela levantou, arrumou a alcinha da camisola que ainda mostrava seu delicioso peitinho e disse: “Não vai me agradecer? Agora você me deve uma e eu vou cobrar, hein? Boa noite!”. E saiu rindo. No outro dia eu estava completamente sem graça. Mas ela agiu como se nada tivesse acontecido.

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