Monumento

Asian

Monumento
Me chamo Raul, tenho 18 anos, sou estudante de cursinho e apesar de não ter tido nenhuma relação homo por falta de oportunidade, usava consolos e vibros para satisfazer meus sonhos eróticos. Ha alguns quarteirões de casa, morava um negro, que quando cruzavamos não parava de me olhar, passando sua lingua pelos labios e passando a mão em seu pau. Eu sentia medo dele, talvez por seu tamanho, talvez pelos seus olhares penetrantes e ficava muito ruborizado. Um dia ele ouviu-me dizer para um amigo que gostaria muito de ter um cachorro policial. Alguns dias depois encontrei-o e ele me perguntou se eu não sabia quem queria um filhote de policial, pois sua cadela havia dado cria já estava na hora de dá-los. Vendo a oportunidade de ter meu cachorro disse-lhe que eu queria um. Ele me convidou para ir a sua casa escolher um. Fomos e chegando em sua casa pequena, mas bem arrumada entramos. Ele trancou a porta e pos a chave em seu bolso. Extranhei aquilo e mais ainda quando ele me falou para sentar-me para conversarmos. Meio a contragosto, mas com a intenção de ter um cachorrinho sentei-me. Falou-me que gostava muito de mim e estava de olho ha muito tempo. Muito calmo e olhando firme em meus olhos disse que me achava um tesão e queria me comer. Eu me levantei para ir embora pedindo lhe para abrir a porta. Ele calmamente me disse que não adiantava eu espernear, ele ia me comer sim. Disse que isto poderia ser de dois jeitos ou na boa ou na marra. Ele me disse que preferia na boa, mas se eu reagisse ia me comer a força. Pedi para ir embora mas ele resapondeu que só sairia de la depois de ter dado para ele. Pensei em sair pela cozinha e como era uma casa muito pequena fui para lá. Ele calmamente levantou-se e foi atras. Quando cheguei vi que a chave não estava na porta. Ele calmamente me falou; não tem jeito, voce tem que ser meu, tem que me dar a bundinha. Voce está preso aqui, as janelas tem grades e as portas estão fechadas. Era um negro com 1,95 de altura e uns 100 k de peso contra os meus 1,65 de alt e 65k. Seus braços eram da grossura de minhas coxas. Ele perguntou novamente voce quer por bem ou na marra. Eu lhe pedi para ir embora mas ele disse; vamos para o quarto, eu vou ser muito carinhoso com voce. Não tenho nehuma pressa para lhe comer. Eu disse que não, queria ir embora, se ele não abrise a porta eu iria gritar. Se voce gritar, disse ele numa voz autoritária, vai apanhar muito até calar a boca. Vamos para o quarto já. Eu repeti que não ia. Ele falou ta bom vai ser na marra, me pegou no colo facilmente e me levou para o quarto dizendo quero voce numa boa, mas se necessitar vou te bater, vou te encher de porradas até voce aceitar. Eu tenho certeza que voce é uma femea louquinha para dar o cusinho. Tentou tirar minha camisa e eu me opus quando levei um bruta tapa. Ele disse; não gosto de fazer isto, quero voce como amigo mas estou sendo obrigado. Tirou-me a camisa e me deitou de bruços na cama prendendo meus pulsos na cabeceira com duas fitas de velcro. Depois dizendo; porque voce quer assim? poderia ser numa boa, tirou minha calça e cueca. Eu agitava minhas pernas para tentar fugir. Voce não aprende mesmo eu vou te comer e voce vai gostar seu viadinho, tirando suas roupas vi o tamanho de seu pau e esfriei pois era muito maior que meus consolos. Prendeu minhas pernas no pé da cama e começou a me passar pomada no meu cu. Seus dedos entravam e saiam enquanto dizia; como voce é gostoso. Perguntou se doia e como não lhe respondi enfiou mais dedos alargando-me mais e relaxando meu cu. Ele calmamente enfiava e tirava seus dedos de mim dizendo; voce poderia estar desamarrado e gozando, mas voce prefere assim. Usou as duas mãos para alargar meu cu. Punha os dedos e forçava para alarga-lo. Depois de muito tempo fazendo isto colocou camisinha e ficou entre minhas pernas. Senti seu pau roçando bem na entrada. Se doer me fale nós temos a tarde toda não é? Voce tem que sentir prazer, vou querer seu cusinho sempre e não só hoje. Senti a pressão da cabeça pedindo passagem e entrando. Eu gemi e ele parou e perguntou é de dor ou de prazer. Eu não respondi e ele mesmo respondeu então deve ser de prazer e continuou a meter. Senti quando seu peso todo ficou em minhas costas. Ele começou a morder minha nuca a beijar meu rosto minha orelha enquanto começava a bombar bem devagar mas forçando aquela tora de musculos de 19 cm por 6 cm para dentro de mim. Ele não parava de falar como estava gostoso, que cusinho delicioso enquanto seu pau entrava e saia de mim. Isto foi, acho, que por uma meia hora e eu estava adorando aquele pau. Era muito mais gostoso que meus consolos. Sentir aquele macho em minhas costas me metendo era muuuuuuito gostoso. Ele percebeu quando empinei a bunda para facilitar a entrada e disse-me; está gostando não é? me pediu para rebolar. Comecei a gemer de tesão enquanto rebolava naquele pau delicioso. Viu como é gostoso? eu sabia que voce ia gostar. Eu não lhe respondia mas gemia e rebolava de tesão. Ele me desamarrou os braços dizendo agora voce é meu. Com os braços livres passava as mãos em seu corpo másculo tentando apertá-lo mais de encontro ao meu corpo. Demorou mais algum tempo para ele finalmente muito suado urrar, gemer dando estocadas violentas, gozar, apertando meu corpo deliciosamente. Estavamos exaustos e muito suados. Ficou quieto dentro de mim respirando forte até que seu pau começou a amolecer e se retirar de seu novo domínio. Ele se levantou desatou minhas pernas e me disse; vamos tomar banho. Eu segui aquele que passou a ser meu macho desde aquele momento. No chuveiro ensaboamo-nos e nos -esfregamos com as mãos com os corpos. Ele não se cansava de dizer quero voce assim me querendo tambem. Desculpe-me pelos tapas, mas foi a unica maneira de lhe mostrar como é gostoso ser a femea. Saimos do banho nos beijando e nos acariciando. Na cozinha preparou-me um lanche com um refrigerante, para refazer as energias gastas. Desde aquele dia até hoje tornei-me sua femea. Passei a ter tardes deliciosas com aquele monumento negro.

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