Nudismo em privado

Nudismo em privado
Agradava-me a ideia de estar completamente nua ao ar livre, mas não pensava em ir a uma praia nudista, não gostava da ideia de estar despida num sítio com desconhecidos ao redor. A minha ideia era mais íntima, era a de passar uma tarde sossegada, com a brisa a tocar o meu corpo, sem ter de pensar em nada, ter só os pensamentos que me conseguissem invadir.
Certo dia falei disso com a minha amiga e companheira de trabalho, a Isabel, uma quarentona (bem) casada que tem uma grande casa com uma piscina nas traseiras. Como soube que o filho dela iria passar o fim de semana fora e o marido normalmente passa as tardes de sábado com os amigos, perguntei-lhe se me deixava passar a tarde em sua piscina. Ela autorizou-me, disse que não me iria estar a fazer companhia pois já tinha planeado fazer naquele dia umas limpezas e arrumações no interior da casa, e avisou-me que não era garantido que o marido não fosse chegar antes do previsto que era a hora de jantar. Eu disse-lhe que se isso acontecesse também não era nada de especial, somos adultos e se não a incomodava a ela também não me incomodava a mim.
Então lá estava eu na tarde daquele sábado, completamente nua, a aproveitar o sol e a dar um mergulho de vez em quando. Estava a adorar aquela tarde, abria as pernas pois gostava de sentir a brisa na minha vulva, a dada altura a minha mão deslizou até entre as minhas pernas e masturbei-me suavemente durante uns instantes, mas parei.
– Olha que o meu marido está a chegar e trás um amigo com ele, o Vasco, tu conhece-lo, veio a Isabel alertar-me.
O Vasco era um homem dos seus 50 anos, empresário, casado e com 2 filhos, que eu conhecera (bem como a sua família) uns tempos antes no aniversário da Isabel.
– Ai Isabel, não me apetece nada sair daqui, nem vestir-me, estou a gostar tanto desta tarde, disse eu, meio sonolenta.
– Mas olha que eles vêm beber umas cervejas, e de certeza que a querem beber aqui nesta mesa.
– Eu por mim não me importo, eles estarem aqui perto não me incomoda. Só se tu estás com medo que o teu marido se ponha a olhar para mim, disse eu sabendo que ela não se importava pois ela confia muito no marido e vice-versa.
– Não me importo, tambémvou aproveitar para beber uma cerveja, já quase acabei o que tinha para fazer, também me apetece descansar um pouco.
Mal disse isto ela foi para dentro e quando regressou já trazia os dois homens com ela e as cervejas.
Disseram olá, perguntaram-me se não queria uma cerveja, eu disse que não e começaram a falar de coisas que não me interessavam especialmente. Só comecei a prestar atenção ao que diziam quando o Vasco disse que com aquele calor (ainda o sol ia alto) lhe estava a apetecer dar um mergulho.
– Tu não tens calção de banho, posso-te emprestar, mas se calhar também não é preciso, disse o João.
– Não, não é preciso, se a Sissi está aqui nua não se vai incomodar por estar outra pessoa nua também, vou só buscar outra toalha, disse a Isabel.
Eu fazia-me de adormecida, o Vasco disse que ok, despiu-se e mergulhou na piscina. Quando saiu da água estendeu-se na toalha que a Isabel colocou maliciosamente pertinho da minha antes de ir para o interior da casa com o marido. Eu deixei-me estar quietinha a ver no que dava aquilo, estava já disposta a enrolar-me com ele, mas como ele é casado e os donos da casa estavam no interior… Continuei semdizer nada como se estivesse adormecida, então o Vasco também não dizia nada, passado uns 10 minutos começamos a ouvir gemidos vindos do andar de cima, os outros dois estavam a foder.
– Olha, aqueles dois foram divertir-se, disse eu abrindo os olhos como se aqueles sons me tivessem acordado.
– É, devem estar fartos desta piscina, então foram divertir-se de outra maneira. Realmente, nem piscina nem cerveja são maneiras tão boas de conseguir diversão como aquela, se calhar também nos querem lembrar isso, disse o Vasco.
– Pois é, respondi eu, fechando novamente os olhos.
Esperei mais uns momentos, estava a gostar daquele impasse, sem dizer nada pus-me a olhar para o Vasco, muito bom para ter 50 anos, rijo, musculado, com alguma barriga mas não muita, aquele corpo anunciava experiência e dureza.
Fui direta com a boca ao pau dele, segurei-o com uma mão e comecei a lamber a cabecinha. Ele só disse “ui Sissi” e pôs uma mãos nas minhas costas, que toque áspero. Continuei o broche, pus a glande na boca, chuchava-a enquanto o punhetava, chupava os colhões, lambia e chupava todoo mastro, pouco tempo depois já estava bem rijo. Dei-lhe mais uma chupadas fortes e levantei-me, peguei no colchão insuflável que estava na água e coloquei-o no topo das escadas de entrada da piscina. Subi para cima do colchão e posicionei-me de joelhos com o cu virado na direção da piscina. O Vasco, mal me viu assim, veio logo acariciar-me a coninha. Na verdade adorava ser masturbada por aquelas mãos fortes mas disse-lhe, entre suspiros:
– Fode-me já, enfia esse caralho agora, anda.
Ele desceu um degrau, pegou-me pela cintura e enterrou o caralho de uma só vez na minha cona. Ah gritei eu bem alto. Ele começou logo a dar umas estocadas valentes, estava com um tesão descomunal, eu encostei a parte da frente do meu corpo à superfície do colchão para conseguir levantar mais o cu para ele ter melhor acesso. Como ele me fodia e como eu mexia o cu… já fodi muitas vezes com caralhos maiores, mas poucas vezes me senti tão preenchida, aquela dureza, aquele vigor, aquelas mãos na minha cintura que às vezes iam pra as minhas costas, as palavras que ele dizia:
– Ai Sissizinha minha vaquinha, gostas de ser bem fodida não gostas, também gosto de ter foder, que boa és, que cuzinho tão durinho, que cona tão boa.
Foi toda a foda naquela posição, poucas vezes gozei mais, foi como um orgasmo que durou toda a foda, só parou quando ele se veio. Também parecia que não ia parar de ser vir, deixou-me a cona completamente cheia com aquele leitinho.
Quando ele saiu detrás de mim com uma palmada no cu começamos a ouvir aplausos, era a Isabel e o marido que estavam na janela do quarto.

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