PRAIA 19, ALEMÃES E PESCADORES

PRAIA 19, ALEMÃES E PESCADORES
Andava de novo sêca de sexo. Os machos que apareciam eram um misto de parvos e idiotas. Já me falta a paciência para certas coisas, sabem?
Era verão e por norma os machos andam à procura de outras coisas. Foi quando me lembrei que tinha a solução a poucos quilômetros do sitio onde eu vivia. – A famosa praia 19
Nem esperei mais tempo, e comecei a fazer as malas. Sim, nesta época aquilo ta apinhado de gente avida por sexo. Caso não saibam a praia 19 faz parte dos roteiros internacional de sexo. Portanto, para ter sexo 24 horas por dia, nada melhor que alugar uma quartito na praia.
Encontrei o que queria na pensão do Sr Cardoso, que é uma casa discreta sem qualquer publicidade, mas so alguns “privilegiados” sabem que ele aluga quartos. Eu sou uma delas. O senhor Cardoso vive com dois filhos que são pescadores, o xico boga e o zékanzóis.

Ao fim de meia hora já estava a caminho da praia. Estava toda depilada de Norte a Sul, e apenas levava uma túnica por cima do bikini tigreza. Ao atravessar o pequeno matagal que prece a praia comecei logo a escutar gemidos vindos do lado sudoeste. Para quem nao sabe, a praia 19 é uma praia nudista na fonte da telha.
Aproximei-me devagar, e foi quando descortinei no meio dos tojos, um cenário digno de Hefesto. Uma mulher era o centro de uma roda viva de homens gordos e peludos, que lhe davam a mamar os seus pénis, à vez.
Fiquei logo com tesão mas não fiquei para ver. São sou voyeur. Cada macaca no seu (man)galho.
Por fim conquistei a praia, e estendi a toalha bem atrás de uma duna, como eu gosto. Fitei o mar e “hummmm” pareceu-me bem convidativo.
“guten tag mein schon frau” – Escutei uma voz robusta mesmo atras de mim.
” ich spreche nicht Deutsch ” respondi.
Desculpem os leitores por não traduzir, mas hoje em dia o google já faz isso, e neste momento o que importa é que o cabrao do Alemão tinha uma mangalho que parecia um tronco de um carvalho. Fitei-o por trás dos meus óculos escuros, e notei que o germânico tinha um frasco de bronzeador e agitava-o na mão como que fazendo sinal para o colocar no meu corpo. Eu sorri, acenei com a cabeça e voltei a esticar-me na toalha em decúbito dorsal. Bem mandado o homem começou a espalhar o creme pelas minas costas. Hummmmmm começou bem a ida à praia, pensei de mim para mim.
“ich heiße Klaus” disse ele enquanto continuava a passar o creme com as suas mãos poderosas.
Wie heißt du? – Perguntou ele
“Sou a ligia” – respondi em português.
“ligia ist eine verführerische Namem” redarguiu o Klaus que agora tinha descido a sua massagem e já se demorava pela minha peidola. Confesso que estava a gostar, e ele apercebendo-se disso começou a apalpar-me e procurar o meu cuzinho.
“Stop” disse-lhe asperamente. Levantei-me e dirigi-me para o matagal, olhei de relance e vi que ele me seguiu.
Continuei a caminhar por entre os arbustos até que encontrei um bom, “esconderijo”. O Klaus compareceu pouco depois, e fez-me logo ajoelhar. Ele estava tao louco por me foder como eu de provar um bom caralho como o dele. Comecei logo a mamar aquele membro grosso. Hummm
“Lutsch meine schwanz, meine luder” – grunhia ele enquanto eu o abocanhava até aos colchoes.
Felizmente o Klaus não era o Pulgareg, e ainda me fodeu a cuninha, bem ali atrás dos arbustos.
Esporrou-se pouco depois, brindando-me com o seu sémen bávaro e quente.
Depois desta deliciosa aventura , voltei para a pensão do sr Cardoso, mas ele não estava. Quem me entregou a chave do quarto foi um dos irmãos, o zékanzóis.

“já vi fotos tuas na internet, és melhor que muitas gajas”, rosnou ele com um sorriso malicioso saído da sua boca desdentada.
Subi para o quarto e despi-me. Retirei duas toalhas secas do roupeiro e dirigi-me para a sala de banho, que era fora do quarto. Abri a torneira, mas agua quente está quieto.
“merda” disse eu , aborrecida.
“algum problema dona Ligia? “- bradou uma voz do outro lado da porta. Reconheci a voz.
“nao há agua quente, zékanzóis” – Reclamei.
“Oh xico, vê lá o que se passa com a caldeira”, vociferou ele para o irmão.

Enrolei-me na toalha e abri a porta para falar com ele.
“se nao houver agua quente, não há problema”, esclareci.
“ah não querida, aqui os clientes têm todos direito a agua quente” redarguiu ele fechando a porta depois de entrar.
Noitei que ele fingia estar a inspecionar a torneira ao mesmo tempo que me galava toda.
“tens mamocas” indagou ele, desviando agora o olhar.
“tenho, mas são pequenas” redargui.
“porque nao fazes operação?”
“porque me sinto bem assim”
“sabes que já fodi com homens?” – indagou ele após ter acendido o cigarro. Observei o seu rosto quadrado e pela primeira vez notei que ele tinha os olhos esbugalhados de um macaco. Fiquei um pouco receosa.
“e gostaste?”
“que remédio. Foi no Montijo, quando estive preso”
“ah”
“Sabes que uma putinha como tu, naqueles sítios seria uma festa…”, disse ele, apalpando-me o rabo de modo atrevido.
“imagino”, redargui num misto de receio e desejo. Não resisti em me roçar no pau dele que ja estava bem saliente, a avaliar pelo volume que se elevava dos calções.
“faz-me um bico, Ligia”, disse ele, empurrando a minha cabeça na direção da sua verga dura.
Do meio da sua pentelheira imensa, descobri o seu pau que era fino, mas comprido. Comecei a mamar devagar.
“já funciona?”- O xico boga irrompera pela casa de banho a dentro, e ficou embasbacado ao ver-me ajoelhada, frente ao irmão. Trazia uma sagres na mão e um charro na outra.
“tás maluco, Zeka?”
“tou a matar saudades da pildra, maninho. Lembras-te da fominha que passávamos?”
“foda-se nem me digas nada, que para a semana tenho que ira tribunal por causa daquela cena da branca…” – Murmurou o Xico, que entretanto passou o charro ao irmao.
Era um gajo medonho, com uma cara que fazia parecer o Machete um menino de côro. Tinha uma voz que fazia lembrar um trator conduzido por um bêbado.
Comecei a mama-lo também. Agora tinha duas vergas ao meu dispor.
“mas achas que vais ser encanado por causa dessa cena?”- Prosseguiu o Zekanzois.
“epah, sabes que o paulinho das pescas chibou-se à bofia que eu é que tinha desgrudado a cena…”
“granda porco! Vamos fazer a folha ao gajo..
“foda-se Ligia, mamas bem. Se eu for preso, vais la visitar-me?
“vou querido” – redargui enquanto lhe lambia os colhões.
Xico contornou-me e começou me a lamber o cu, alternando com goladas na cerveja que tinha na mão. Eu continuava a chupar o Zeka, e mantinha-me de quatro. Não demorou até ele me começar a introduzir o pau no olho do cu. Entretanto O xiko tinha pousado a cerveja e um cinzeiro nas minhas costas.
“nao deixes cair nada, putinha” – Grunhiu ele enquanto me fodia em slow motion.
Bruscamente uma voz atravessou as paredes.
“Zeka, Xico, onde andam vocês, seu xulos de merda?”

“foda-se. È o velho” . Sussurrou o xico ao mesmo tempo que o Zeka me abandonou e saltou pela janela a fora. O Xico, meio atrapalhado, ainda se despediu de mim antes de o copiar.
“nao leves a mal Ligia, mas o velho quando está fodido bate-nos com o cinto, foda-se”.
Voltei a abrir a torneira e esperei uns minutos até começar a debitar agua quente. Ah, nada melhor que um belo duche quentinho depois de uma tarde cheia de actividade.

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