Professora submissa

Professora submissa
A senhora Mariane Clarkson estava sentada na cadeira, corrigindo algumas provas, que estavam sobre a sua mesa.
Aquelas eram as últimas provas do ano letivo, e embora os alunos já tivessem sido dispensados a cerca de vinte minutos, ela não estava com nem um pouco de pressa de ir embora. Isso porque o seu marido Bill estava fora de casa, fazendo mais uma de suas longas e demoradas, viagens de negócios, e sua filha Ana, ela simplesmente tinha se mudado para a capital, e iria ficar por lá, fazendo um curso de verão com o seu namorado Rob.

Com tudo isso, Mariane agora tinha um tempo livre só para ela.
A professora planejava terminar de corrigir as provas e depois ir a academia fazer alguns dos seus exercícios diários.
Ela tinha o hábito de frequentar a academia. Aos trinta e cinco anos, ela tinha trabalhado duro, para manter a boa forma, e agora estava muito orgulhosa do seu corpo, que era perfeito e podia deixar com inveja até mesmo as mais novinhas.A professora Mariane começava a sonhar acordada, quando de repente ouviu umas batidas na porta. Ela ficou repentinamente assustada, não estava esperando ninguém, mas quando viu que era Lisa Simons, uma de suas alunas mais brilhantes, ela ficou mais tranquila.
– Nossa Lisa, por favor, não faça mais isso, você me assustou.
Lisa sorriu e perguntou
– Posso entrar senhora C.?
Mariane respondeu.
– Sim, querida, eu ainda não terminei de corrigir as provas, mas se quiser esperar um pouco…Lisa se explicou…
– Não, professora, eu não voltei por causa das provas, eu já sei que tirei a nota máxima.
Lisa tinha 19 anos e era uma moça muito bonita e arrogante. Mas apesar de ser linda, ela não tinha namorado e nem amigas, talvez por causa da sua arrogância. Corria também pela faculdade, o boato de que Lisa Simons, era lésbica, mas a professora não acreditava que isso fosse verdade.
Sim, claro…
Respondeu a professora, torcendo o nariz… enquanto Lisa continuou se explicando…? Eu não voltei por causa da prova, eu voltei porque tenho uma coisa muito importante que quero lhe mostrar, senhora C.
A professora sorria inocente e perguntava para Lisa…
Bem, e o que seria essa coisa tão importante que você queria me mostrar Lisa?
Lisa enfiou a mão na sua bolsa e tirou de dentro dela, uma revista velha. O coração de Mariane parou , quando ela viu a revista , reconheceu-a imediatamente. Era uma revista pornográfica, para a qual, ela já tinha posado nua há alguns anos atrás. Os editores da revista disseram que a mesma, só seria lançada fora do país, por isso Mariane pensou que ninguém nunca iria descobrir aquele seu segredo.
Lisa via a cara de assustada da professora, e se divertia com a situação. Ela abria a revista, mostrando para a professora, as quatro primeiras páginas, que estavam recheadas de fotos da professora nua, em várias posições.
– Sabe senhora C, eu não sabia que você era tão talentosa, porque nessas fotos, você esta parecendo uma verdadeira atriz pornô.
Mariane tentava reunir toda a sua inteligência antes de responder…
– Isso foi há muito tempo Lisa. Eu posei para essa revista porque, na época, eu estava precisando muito do dinheiro para pagar a faculdade.Em outras palavras, eu não tinha escolha, ou posava nua para a revista, ou teria que desistir do meu sonho de ser professora. Agora, por favor, me deixe ficar com essa revista para que eu possa queima-la e deixar este segredo humilhante no meu passado. Quando a professora levou a mão para pegar a revista, Lisa imediatamente puxou a revista de volta e guardou-a na bolsa dizendo.
– Acho que não, senhora C, nós duas precisamos ter uma pequena conversinha antes, por isso, feche a porta.
Mariane se levantou apressada para fechar a porta, ela queria resolver logo, esse problema.
-Tranque a porta com chave, senhora C, não quero que sejamos interrompidas.
Falou Lisa enquanto sentava no lugar da professora e cruzava as pernas.
Depois que a porta foi devidamente trancada com chave, a professora virou e vendo que Lisa estava sentada na sua cadeira, ela procurou sentar em uma das cadeiras da primeira fila de cadeiras estudantis. Ela sentou na cadeira e olhando para Lisa Simons, ela via uma expressão que não era muito animadora. De repente Lisa falou.
– Fique de pé na frente da minha mesa, senhora C. A professora se encolhia na cadeira e dizia.
– Não precisa Lisa, nós podemos conversar assim mesmo, estou bem aqui.
Lisa fazia uma expressão séria e dizia.
– Acho que você não me entendeu senhora C, eu não estou pedindo, eu estou mandando. Fique de pé na frente da minha mesa!
A professora Mariane não entendia o porquê de Lisa estar falando com ela daquele jeito, mas achou melhor obedecer. Ela levantou e ficou de pé, na frente de Lisa, que estava sentada atrás de sua mesa. Aquela não era uma situação muito confortável, principalmente para a professora.
– Escuta senhora C, você gosta de dar aulas aqui?
Perguntou Lisa, fazendo cara de séria. A professora respondeu…
– Sim Lisa, eu gosto muito de dar aulas aqui.
Lisa prosseguia com mais uma pergunta. – E me diga uma coisa, o seu marido sabe que você posou nua para uma revista masculina?
A professora respondeu e começava a ficar com medo, do rumo que estava tomando aquela conversa.
– Não, ele não sabe.
Lisa sorriu e disse.
– humm! Imagino que a sua filha também não sabe desse segredo, não é mesmo senhora C.?
Mariane abaixou a cabeça e respondeu.
– Não, Lisa, ela também não sabe.
Lisa sorriu mais uma vez.
– Bem senhora C, acho que agora nós temos três motivos pelos quais você deve considerar cuidadosamente, a proposta que eu tenho para lhe fazer.
A professora perguntou.
– Que tipo de proposta, Lisa?
E Lisa respondeu.
– A proposta é a seguinte, a partir de hoje, até que eu diga o contrário, você vai fazer tudo o que eu mandar. Se você se recusar a obedecer as minhas ordens, ou se não fizer tudo exatamente do jeito que eu mandar, adivinha o que vai acontecer?
Isso mesmo, todo mundo vai ficar sabendo do seu segredo, todo mundo vai ficar sabendo desta revista. Tanto a sua vida pessoal quanto a sua vida profissional, será totalmente arruinada, a menos que você aceite a minha proposta e obedeça a todas as minhas ordens de hoje em diante. A professora estava paralisada, ela não conseguia acreditar no que estava acontecendo, ela reunia suas forças e tentava dialogar com Lisa.
– O que você quer Lisa?
Perguntou a professora com voz trêmula.
– Simples, professora, eu quero você! Lisa respondeu calmamente:
– Quero ser sua dona, quero possuir você.
Mariane sentia suas pernas fraquejarem. Ela pensava, tentava encontrar uma solução, uma maneira de poder sair daquela situação. Ela tentou fingir que ainda tinha autoridade, e tentou enfrentar Lisa:
– Mas você não pode fazer isso comigo, Lisa, eu sou sua professora.
Lisa sorriu ironicamente.
– Aí que você se engana senhora C, você era minha professora, a partir de hoje, você será a minha cadela de estimação, uma cadela que vai fazer tudo o que eu mandar, quando eu digo tudo, eu quero dizer tudo mesmo, entendeu?
Diante desta colocação, a professora Mariane Clarkson se sentiu totalmente derrotada, ela não tinha outra escolha a não ser ceder à chantagem de Lisa Simons:
– Tudo bem Lisa, eu serei sua escrava, mas por quanto tempo vai durar?
Lisa ficava irritada com as perguntas inúteis da professora.
– O tempo que eu quiser senhora C, agora chega de conversa, fique de pé em posição de sentido, como se você fosse uma recruta no exército. A professora obedeceu, ela tirou as mãos da mesa e ficou com a postura reta. Lisa se levantou da cadeira e começava a andar em círculos ao redor da professora.
-Isso senhora C, barriga pra dentro, peito pra fora e bundinha empinada.
A professora estava usando naquele momento, além dos sapatos, uma meia calça, uma saia não muito curta e uma blusa de botões.
Lisa pegava uma régua de madeira que estava sobre a mesa da professora, e colocando a régua próxima do queixo da professora, ela dizia: – Você entende senhora C, que se você não me obedecer de agora em diante, sua vida estará arruinada?
A professora fazia cara de choro, com a régua encostada no seu queixo e respondia com a voz trêmula.
– Sim, Lisa, eu entendo.
Lisa rapidamente tirava a régua de perto do rosto da professora e deu uma reguada em sua bunda.
Suuuuéééééépt…
– Aaaiiiiiiii
A professora sentiu a dor da reguada em seu traseiro e naturalmente levava suas mãos ao bumbum para massageá-lo, e Lisa complementou dizendo: – Em primeiro lugar, Lisa não, de agora em diante é Senhorita Simons pra você, sua cadela! E tire as mãos da sua bunda, se não quiser que a próxima reguada seja em suas tetas.
Mariane tirava as mãos da bunda e ficou novamente na posição de sentido. Lisa voltou a sentar na cadeira da professora e novamente cruzando as pernas, ela começava a ditar suas ordens.
– Muito bem senhora C, agora desabotoe a sua blusa.
Mariane ficava assustada com a primeira ordem, em seguida começou a implorar.
– Por favor, Lisa, não faça isso.
Lisa deu um pulo da cadeira, foi até a professora e deu um tapa no rosto dela.
– Do que você me chamou cadela?
A professora pediu desculpas.
– Me desculpa Lisa… quero dizer Senhorita Simons, me perdoa, por favor, eu esqueci.
Lisa pegava a régua de cima da mesa e dava outra reguada no traseiro de Mariane.
Suuuuééééépt
– Aaaaiiiii…
– Isso é para que você aprender, que deve chamar os seus superiores pelo seu sobre nome.
A professora concordou dizendo:
– Sim, senhorita Simons.
Lisa sentou novamente e dizia.
– Agora, desabotoe a sua blusa, não me obrigue a ter que repetir a minha ordem.
A professora derrotada e humilhada, começava lentamente a desabotoar a sua blusa, de cima até em baixo.
– Agora tire a blusa.
Exigiu Lisa.
A professora humilhada tirou a blusa e colocava em cima da mesa, enquanto se perguntava até onde iria aquela humilhação.
– Agora o sutiã, senhora C.
Mariane levou suas mãos para trás, abrindo o fecho do sutiã e permitindo que as alças deslizassem pelos seus braços, até que seus belos seios viessem à tona, assim que ela fez o movimento de colocar o sutiã em cima da mesa, junto com a blusa, Lisa falou:
– Na mesa não, o sutiã você pode jogar direto no lixo, você não vai mais usar isso. Mariane obedeceu e jogava o sutiã no sexto de lixo que estava bem próximo da mesa. Agora a professora estava nua da cintura para cima diante da sua aluna, que a observava atentamente, ela ficava encolhida e se sentia muito humilhada.
– Agora sua saia, senhora C, quero ela em cima da mesa junto com a blusa.
Sem pensar, Mariane abriu a saia e deixou que ela deslizasse pelas suas pernas até que ela caísse no chão, e dando um passo para o lado, ela pegava a saia e colocava sobre a mesa. Lisa fazia um movimento negativo com a cabeça e humilhava a professora.
– Que decepção senhora C, você tem um péssimo gosto para roupas intimas, essa meia calça e essa calcinha horrorosa do século passado, pode tirar e jogar no lixo também, aliás, como um tipo de punição pelo seu mau gosto, não vou permitir que você usasse calcinha nunca mais.
A professora humilhada fazia cara de choro enquanto retirava os sapatos, a calcinha e a meia calça, ficando agora completamente nua. A calcinha e a meia calça eram jogadas no lixo e os sapatos foram colocados em cima da mesa, junto com a saia e a blusa.
– Muito bem senhora C, agora fique novamente em posição de sentido, eu vou examina-la; Lisa com a régua de madeira nas mãos, começava a andar em volta da professora nua, quando de repente.
Suuuuéééépt
– Aiiiii
Uma reguada era dada no traseiro da professora, que agora estava nua e desprotegida. Agora sem roupa, a régua deixava sua marca, no bunda de Mariane, Lisa simplesmente adorava ver a cara de choro que a professora fazia, principalmente quando levou uma ou outra reguada na bunda, Lisa colocava a régua em cima da mesa e agora ficava ao lado da professora, e apertava o bico dos seios dela com uma das mãos, enquanto com a outra mão, dava tapas em sua bunda, deu um tapa outro tapa, depois apertava suas nádegas.
A professora levou vários tapas na bunda e beliscões nos bicos dos seios, e começou a ficar excitada com isso, sua xoxota começava a ficar úmida.
Lisa sorria e perguntava.
– Você gosta de ser tratada assim, senhora C?…
Mariane ficava em silêncio, ela se sentia muito excitada em ser tratada daquele jeito, mas essa era uma coisa que ela jamais poderia admitir.
Lisa ficou frente a frente com a professora nua, e apertou ainda mais forte, os seus mamilos, até que a professora soltasse alguns gemidos
– Responda senhora C, você gosta de ser tratada desse jeito?
Mariane quase chorando de dor, respondeu.
– Não, senhorita Simons, eu não gosto disso.
Lisa levou uma das mãos a xoxóta úmida da professora e dizia.
– Bem, senhora C, se você não gosta, então porque ficou excitada?… Mariane não sabia o que responder, Lisa soltava os seios dela e dizia.
– Acho que você esta mentindo para mim, mas não tem problema, você será devidamente punida , quando chegarmos à sua casa , senhora C. Eu já sei que o seu marido esta viajando e que a sua filha se mudou para a capital, então isso significa, que a sua casa está livre e que você, pelo menos neste final de semana, será toda minha.
Um arrepio passou por Mariane, assim que as palavras de Lisa aprofundavam em seu cérebro entorpecido.
– Vou passar o fim de semana inteiro na sua casa, senhora C, para treina-la de forma mais adequada, espero que até segunda feira, você já tenha compreendido, quais são as minhas necessidades como sua dona, e quais são as suas obrigações como, minha cadelinha de estimação. Agora coloque a blusa, a saia e os sapatos, e claro, deixe os dois primeiros botões da sua blusa abertos. Mariane se sentia nua vestida daquela forma, com seus seios nus, sem o sutiã, ela sentia toda hora o tecido da blusa se esfregando contra os bicos dos seios. Além disso, ela nunca tinha saído de casa, sem usar calcinha, por isso, mesmo estando de saia, ela sentia-se nua.
– Agora vamos para sua casa, senhora C, deixe a meia calça, o seu sutiã e também a sua calcinha, jogadas no lixo para que o zelador as encontre.
Lisa dizia para a professora.
– Ah, e não se esqueça de trazer a régua de madeira, senhora C, acho que vou usar ela para punir você!
Quando Lisa chegou a porta, antes de abri-la, ela olhou para trás e disse para Mariane.
– Siga-me senhora C , quero você atrás de mim, mantendo a distância de dois ou três passos, e tente agir normalmente. Agir normalmente? Como ela poderia agir normalmente, estando sem sutiã e sentindo os seus mamilos esfregado o tecido da blusa toda vez que ela dava um passo? Como ela poderia agir normalmente, se a brisa fresca que passava por entre as suas coxas, acariciava a sua buceta úmida, a fazendo lembrar a todo o momento, que estava sem calcinha. Lisa saía da sala.
– Venha senhora C, já estamos atrasadas.
Mariane tentava acompanhar Lisa, sua blusa estava com os dois primeiros botões abertos, conforme Lisa tinha mandado, daquela forma, ela estava mostrando uma boa parte dos seios, muito mais do que ela considerava aceitável, era fácil perceber que ela estava sem sutiã. – Sim, senhorita Simons.
Mariane respondeu, tentando acompanhar os passos de Lisa, que desfilava pelo corredor da faculdade, levando a professora até o estacionamento. Para sorte de Mariane, os corredores tavam vazios, e elas não encontraram ninguém até chegar ao estacionamento.
O carro da senhora C, estava estacionado bem no meio do pátio, que agora estava quase vazio, quando chegaram até ele, Lisa olhou para a professora e falou com uma vós cheia de autoridade.
– Me dê a chave do carro, senhora C.
A professora entregou prontamente.
– Sim, senhorita Simons.
Lisa pegava as chaves e abria a porta do carro, Lisa sentou ao volante, enquanto a professora Mariane ficava no banco do passageiro. A bolsa de Lisa e a régua de madeira ficaram jogadas no banco de trás.
Lisa olhava para a professora encolhida no banco do passageiro e disse:
– Sabe senhora C, a sua blusa com os dois botões abertos, até que ficou bonitinho, ficou mais sexy, mas o comprimento da sua saia, ainda não está do meu gosto, dobre a cintura da sua saia, para que ela fique mais curta!
Mariane simplesmente obedeceu, ela não tinha escolha, ela dobrava a cintura da saia e puxava para cima, deixando a saia um pouco mais curta.
Lisa dava partida no carro e saía do estacionamento, a casa da senhora Mariane Clarkson, não era longe, apenas uns vinte minutos, mas enquanto dirigia pela avenida principal, Lisa falou.
– Sabe senhora C, antes de irmos para a sua casa, nós precisamos fazer umas comprinhas.
O coração de Mariane parou, ela não podia acreditar que Lisa iria obriga-la a entrar uma loja, vestida daquele jeito.
Enquanto procurava um lugar para estacionar, Lisa perguntou para a professora – Me diga uma coisa, senhora C, que tipo de brinquedos sexuais você tem escondidos na sua casa?
Mariane não podia acreditar que Lisa estava perguntando aquilo, ela se sentiu envergonhada, mas não podia mentir, porque Lisa com certeza descobriria depois – Eu tenho, um vibrador, senhorita Simons.
Lisa estacionou o carro em uma vaga, que estava mais próxima, em seguida perguntou.
– Então, senhora C, você tem um vibrador e mais o quê?
Mariane respondia que só tinha um vibrador, Lisa olhava para ela meio decepcionada. -Só um vibrador? Você não tem algemas, mordaças ou nem ao menos um chicote?
Mariane fazia que não, com a cabeça, então Lisa suspirou e falou.
– Escuta senhora C, você tem dinheiro ou cartão de crédito aí com você?
Lisa saía do carro e dizia para a professora…
– Vamos senhora C, temos que fazer algumas compras.
Mariane puxou a saia um pouco mais para baixo, aproveitando que Lisa não estava olhando, e em seguida saiu do carro. O ar do lado de fora, estava frio o que colaborou para que os bicos dos seios da professora, endurecessem, deixando ela com os “faróis acesos”.
Lisa parecia estar mais preocupada com as compras, aquilo não era um “sexy shop”, por isso ela teria que improvisar, então de repente Lisa saiu andando enquanto dizia para a professora…
-Lembre-se senhora C, venha logo atrás de mim, mantendo a distância de dois ou três passos.
Mariane dava uma última alisada na saia com as mãos e em seguida tentava acompanhar Lisa, pelo estacionamento.
Enquanto Lisa andava ela falava com Mariane.
– Escuta senhora C, você tem dinheiro ou cartão de crédito aí com você?
A professora respondeu.
– Sim, eu tenho os dois Lisa.
De repente Lisa parou no meio do caminho, virou para a professora e perguntou.
– Do quê você me chamou?
– Abra mais um botão da sua blusa.
Lisa falou com autoridade.
– Abra mais um botão da sua blusa.
– Por favor, senhorita Simons, eu sinto muito.
Lisa olhava nos olhos da professora derrotada.
– Você quer que sejam mais dois botões, cadela?
– Não. Respondeu Mariane enquanto abria o terceiro botão da sua blusa. Agora se ela caminhasse muito de pressa, ela iria expor em público, os seus belos seios, ela sabia que tinha que tomar muito mais cuidado ao caminhar agora, e ao mesmo tempo tinha que acompanhar os passos de sua dona – Pegue um carrinho!
Ordenou Lisa, assim que elas entraram na loja.
Aquela loja era muito grande e subdividida em seções, Lisa estava indo agora para a seção de animais de estimação. Mariane pegava o carrinho de compras e tentava acompanha-la.
Lisa pegou um saquinho de ração para cães e jogou dentro do carrinho de compras, em seguida pegou uma coleira e entregou nas mãos da professora dizendo.
– Experimente esta coleira senhora C, quero ver como ela fica em você.
Mariane perguntou assustada.
– Experimentar a coleira aqui?
Lisa olhava para Mariane, e torceu o nariz, reprovando aquela pergunta, ela dizia;
– Olha senhora C, eu não gosto de repetir as minhas ordens, se você não quer fazer o que eu estou mandando, tudo bem, você pode ir embora para sua casa, enquanto isso eu vou fazer algumas cópias daquela revista e até segunda feira, pode ter certeza de que todo mundo que você conhece, vai ficar sabendo, daquele seu segredo.
Mariane de repente se lembra da sua real situação e pedia desculpas.
– Por favor, senhorita Simons, me perdoe, eu vou experimentar a coleira como a senhora mandou.
Mariane olhava ao redor para ter certeza de que ninguém estava olhando, então ela colocou a coleira, rapidamente e mostrava para Lisa.
– Acho que serviu senhorita Simons.
Lisa olhou lentamente e disse; – Precisamos ter certeza, por isso passe a fivela para que ela fique bem presa no seu pescoço.
Mariane obedecia e fechou a coleira afivelando-a ao redor do pescoço, Mariane deixou a coleira no pescoço por um breve momento, mas quando levou a mão para retira-la, ela foi repreendida por Lisa que deu um tapa em sua mão e falou.
– Nem pense em tirar essa coleira do seu pescoço senhora C, eu quero que todo mundo veja, que você é uma verdadeira cadela.
Mariane não podia desobedecer, ela sabia que não podia, nesse momento Lisa notou que a professora, já não estava mais com a saia tão curta quanto deveria e perguntou.
– Quem deu permissão para que você abaixasse a saia, senhora C?
Mariane não sabia o que dizer, ela tinha abaixado a saia porque estava muito curta.
– Ah, senhora C, você receberá uma punição extra por isso, agora puxe a saia de volta para cima, quero que você deixa ela do jeito que estava, bem curtinha.
Mariane suplicava para Lisa.
– Por favor, senhorita Simons, não me obrigue a fazer isso, eu não posso deixar a minha saia muito curta agora, porque eu estou sem calcinha.
Sussurrou a professora no ouvido da sua dona, Lisa torceu o nariz, e em seguida disse calmamente;
– Minhas ordens não estão sujeitas a nenhum tipo de discussão, senhora C, por isso simplesmente obedeça e não me faça ter que repetir as minhas ordens novamente.
A professora derrotada, não tinha outra escolha a não ser fazer o que lhe foi dito, ela dobrou a cintura da saia e deixando ela ridiculamente curta, agora o cuidado teria que ser redobrado, ou então alguém iria perceber que, debaixo da saia, ela estava com a buceta desprotegida.
– Vamos agora para a seção de verduras e legumes, senhora C.
Lisa ia à frente enquanto a professora tentava acompanha-la, empurrando o carrinho de compras. Lisa pegou pepinos, colocou-as no carrinho, também pegou algumas cenouras e um vidro de pimenta vermelha, Mariane ficou corada de vergonha, só de pensar que todas aquelas frutas e legumes que estavam sendo colocadas no carrinho, poderiam ser usadas nela de alguma forma.
Mais adiante, Lisa pegou meia dúzia de maçãs vermelhas, um pote de mel e uma caixa de velas.
– Agora vamos para outra seção senhora C, ainda temos que comprar alguns metros de corda e um rolo de fita adesiva, e é claro, eu também quero comprar uma caixa de sorvete de chocolate.
Depois que tudo já estava no carrinho, Lisa virou para a professora e disse; – Agora você vai até o caixa pagar todas essas coisinhas que compramos, enquanto isso eu vou esperar por você no carro, não demore muito, senhora C, porque eu odeio que me deixem esperando, OK?
E dizendo isso, Lisa deixou Mariane sozinha com o carrinho de compras, ali parada, Mariane não podia demorar por isso ela foi direto para o caixa, mas antes, ela abotoou a sua blusa, puxou a saia novamente para baixo e tirou a coleira do pescoço e colocou-a no carrinho, como Lisa não estava por perto mesmo, ela não precisava passar por mais essa humilhação. Ela foi até o caixa, pagou as compras com a cara vermelha de vergonha, colocou os itens do carrinho dentro de duas sacolas de papel, e foi para o carro, onde Lisa deveria estar esperando por ela. Ela quase se esquece, ao chegar a porta da loja, ela colocou os pacotes no chão, desabotoou novamente a blusa e colocou a coleira de volta, em seu pescoço.
Quando Mariane aproxima do carro, com os pacotes da compra, Lisa estava terminando de conversar com alguém no celular.
Mariane, chegou, colocou os pacotes no banco de trás, junto com a bolsa de Lisa e a régua de madeira, em seguida sentou no banco do passageiro.
Lisa olhou para ela e disse.
– Porque demorou tanto, senhora C, eu não falei que não gosto que me deixem esperando?
Mariane pedia desculpas.
– Eu tentei ser mais rápida, mas os caixas estavam todos ocupados.
Lisa olhava para a professora de cima até em baixo e perguntou.
– O que aconteceu com o terceiro botão da sua blusa, senhora C?
Eram três botões que estavam abertos e não só a dois, além disso, a sua coleira não está muito bem afivelada e você também se esqueceu de puxar a saia de volta para cima.
A professora ficava sem resposta enquanto Lisa completava sua linha de pensamento.
– Você pensa que pode me enganar, senhora C, ou então isso significa, que quando eu não estou por perto, você simplesmente não cumpre as minhas ordens?
Mariane ficou quieta, não havia o que dizer, ela tinha sido pega em flagrante, desobedecendo a sua dona, ela sabia que seria castigada por conta disso, mas o pior de tudo, foi que Lisa antes de dar a partida no carro, disse; – Quando chegarmos a sua casa, você será severamente castigada senhora C. Não espere nenhum tipo de piedade da minha parte, você realmente precisa ser castigada para aprender a obedecer.
Lisa deu partida no carro e saiu do estacionamento da loja, Mariana estava sentada no banco do passageiro, olhando para a janela e pensava consigo mesma, como ela tinha chegado a ficar naquela situação, totalmente a mercê das vontades de Lisa, que a chantageava com aquele segredo, e como ela estava arrependida de ter posado nua para aquela revista, a professora fazia cara de choro, por mais que ela pensasse, ela não conseguia encontrar uma solução para o seu problema.

Já eram seis horas da tarde, o sol começava a se por no horizonte e logo iria anoitecer de repente Mariane começou a notar, que Lisa não estava levando ela para a sua casa, Lisa entrava com o carro em outra rua, pegando um rumo totalmente diferente, ela ficou assustada e perguntou para Lisa;
— Para onde esta me levando, senhorita Simons?
Lisa sorria e disse.
— Relaxa cadela, estou te levando para sua própria casa, para castiga-la por suas desobediências e claro, também para começar o seu “adestramento” mas porque a pergunta, senhora C? Por acaso está com pressa para ser punida?
Mariane envergonhada, respondia com voz de choro.
— Não senhora.
Lisa sorriu.
— Nós vamos para sua casa, mas primeiro vamos passar em uma lanchonete, não sei quanto a você, mas eu estou faminta.
Mariane ficou com medo quando viu que elas estavam entrando em uma lanchonete, que ela própria estava acostumada a frequentar, era um tipo de “drive in”, onde as pessoas entravam, compravam seus lanches em uma janela e iam para o estacionamento comer tranquilamente seus lanches.
Agora já eram 06h20min da noite de sexta para o sábado, já estava começando a ficar escuro.
A professora estava no banco do passageiro, usando a sua coleira, blusa semiaberta e a saia bem curta, ela tinha muito medo de ser reconhecida por alguém que trabalhava naquela lanchonete; ela levou a mão, disfarçadamente para fechar a blusa, mas foi repreendida na mesma hora por sua dona.
— Nada disso senhora C, deixe a blusa como está, e nem pense em tocar na sua saia.
A professora fazia cara de choro e ficava encolhida no banco, suplicando para sua dona; — Por favor, senhorita Simons, vamos embora, eu já sou freguesa desse lugar a algum tempo e posso ser reconhecida por alguém.
Lisa sorria ao ver o desespero da professora.
— Sente direito no banco do carro, senhora C, por acaso você está com vontade de fazer xixi?
Mariane ficava morta de vergonha ao ser repreendida, em seguida respondeu com voz de chorosa.
— Não, senhorita Simons, eu não estou com vontade de fazer xixi.
Mariane se sentindo humilhada pela pergunta, obedeceu e endireitou o corpo no banco, ficando agora mais comportada, enquanto Lisa conversava com o rapaz que estava na janela;
— Eu vou querer um sanduíche de frango e um refrigerante.
E virando para a professora perguntou.
— E você senhora C? O que vai querer comer?
Mariane respondeu.
— Nada não, senhorita Simons, eu não estou com fome.
Lisa sorria e dizia para o rapaz da janela
— Ela está meio tímida hoje. É claro que ela vai querer comer alguma coisa, vocês por acaso tem salsicha congelada para vender?
O funcionário da lanchonete fez uma cara de interrogação, achando estranha aquela pergunta, mas depois sorriu e disse.
— Temos sim, senhorita!
E Lisa dizia.
— Então nós vamos querer duas salsichas congeladas e algumas pedras de gelo, além do lanche e do refrigerante é claro.
O rapaz da janela sorria.
— É pra já, senhoritas.
Enquanto o funcionário preparava o pedido, Lisa falou a professora.
— O dinheiro do lanche e das salsichas, senhora C, pode me dar agora!
Mariane pegou o dinheiro na bolsa e entregou para Lisa, dentro de dois minutos, uma garçonete veio trazer os pedidos e assim que viu o carro, ela reconheceu na mesma hora.
— Olá, senhora Clarkson, tudo bem?
O coração de Mariane parou, ela foi reconhecida e como tinha sido cumprimentada pela garçonete, ela respondeu timidamente, com um simples “Oi”.
A professora Mariane ficava muito envergonhada, aquela garçonete, era uma de suas ex-alunas. A professora que sempre foi uma mulher de respeito, agora da maneira como ela estava vestida, com a blusa semiaberta, a saia ridiculamente curta, ela estava parecendo uma garota de programa, isso pra não falar da coleira que estava em seu pescoço,a sorte da professora, era que já estava bem escuro, e a garçonete não podia ver muito bem, quem estava dentro do carro, ela cumprimentava porque tinha reconhecido o carro, que era da senhora Mariane Clarkson. Depois que, Lisa pegou os pedidos e pagou a garçonete, ela deu partida no carro e foi para o estacionamento da lanchonete, Lisa procurou estacionar o carro num canto escuro, longe das outras pessoas, que normalmente procuravam os lugares mais bem iluminados para estacionar.
Lisa desligava o carro, abria a porta e saía, com o sanduíche e o refrigerante nas mãos.
Ela falava para a professora.
— Vamos senhora C, quero comer o meu lanche naquele banco logo ali, venha comigo e não esqueça de trazer a caixa de sorvete.
Mariane saía do carro com a caixa de sorvete e acompanhava sua dona. Lisa sentava no banco e a professora ficava parada de pé na sua frente, então Lisa ordenou.
— Quero sua blusa aberta e a saia totalmente levantada, agora mesmo, senhora C.
Mariane ficou assustada, elas estavam no estacionamento da lanchonete, que era um lugar público.
— A senhorita quer que eu fique praticamente nua, aqui? Este é um lugar público e eu posso ser vista.
Lisa olhava para ela com cara de reprovação;
— Se você for vista, o problema é seu isso não me interessa, agora faça o que eu mandei, abra a sua blusa e puxe a saia para cima.
A professora humilhada, olhava para os lados, havia pessoas ao longe, nos cantos mais claros do estacionamento, Lisa olhava para a professora; — Estou esperando, senhora C.
Sem ter alternativa, a professora obedeceu a sua aluna, e começava a abrir totalmente a sua blusa, expondo seus belos seios, depois ela puxou a saia para cima, até a altura da cintura.
Agora que ela estava com os seios a amostra e nua da cintura para baixo, Lisa ordenou para a professora.
— Muito bem senhora C, enquanto eu como o meu lanche, eu quero que você me ofereça um pouco de diversão, passando sorvete de chocolate, sobre suas belas tetas.
Lisa falou assim para humilhar a professora.
— E claro, tome cuidado para não deixar nem uma gotinha de chocolate cair sobre suas roupas.
A professora submissa, sentou-se no chão frio do estacionamento, do lado da caixa de sorvete, Lisa dava mais uma “dica” para a professora; — Abra as pernas senhora C, não seja tão tímida, quero vê-la bem a vontade enquanto passa sorvete em suas tetas.
A professora humilhada , abria as pernas e mergulhando os dedos no sorvete de chocolate, começava a passar um pouco sobre seus belos seios.
O sorvete de chocolate, congelava os seios da professora, principalmente os mamilos, que ficavam bem durinhos, durinhos a ponto de ficarem doloridos.
Lisa comia o seu sanduíche bem de vagar enquanto dava dicas para a professora; — Passe um pouco de sorvete, também sobre a sua buceta, senhora C.
A professora mergulhava os dedos no pote de sorvete, sentada no chão, com as pernas bem abertas, começava a passar um pouco do sorvete sobre sua buceta.
O sorvete gelado de chocolate em sua quente buceta, provocava uma onda de sensações totalmente novas.
Lisa dizia.
— Não fique apenas passando sorvete sobre a buceta, senhora C, pegue algumas pedras de gelo que eu joguei aí dentro, e enfie elas, uma por uma, dentro da sua buceta
A professora, cumpria com o ordenado e pegava as pedra de gelo e colocava na entrada da vagina, e em seguida empurrava para dentro com os dedos.
A própria professora não acreditava, como era deliciosa aquela sensação provocada pela pedra de gelo, entrando em sua buceta quente.
Pedras de gelo lambuzadas de sorvete de chocolate, entrando uma por uma em sua quente buceta, isso levava a professora a quase enlouquecer, de tanto tesão, três pedras já estavam dentro da sua buceta, quando ela pegou mais uma pedra, Lisa disse; — Já chega de enfiar na sua buceta, senhora C, as próximas pedras de gelo, eu quero que você enfie elas no seu cuzinho, isso mesmo senhora C, não vamos nos esquecer do seu cuzinho, ele também merece um pouco de diversão.
A professora com cara de choro, mas já bem excitada, ficou de joelhos, empinava bem a sua bunda, mostrando o seu cuzinho para sua dona, e enfiar pedra por pedra de gelo dentro do seu próprio cuzinho, ela colocava a pedra na entrada do cuzinho e conforme Lisa ia mandando, ia lentamente empurrando, com o dedo a pedra de gelo para dentro do cuzinho.
A primeira pedra de gelo, foi a mais dolorosa para entrar, mas uma a uma elas entraram, foi um sofrimento a parte, mas que intimamente provocaram um certo prazer em Mariane.
Lisa estava se divertindo muito, ela não tinha nenhuma pressa de terminar o seu lanche, ela estava adorando o “showzinho” da professora.
— Agora sente de novo, senhorita C, sente-se no chão, passe uma pedra de gelo nos seus mamilos e depois aperte-os bem forte.
A professora obedeceu, passava o gelo nos mamilos e depois os apertava, Lisa adorava ver a cara de dor, que a professora fazia.
— Agora, senhora C, passe mais gelado de chocolate nos seios, na entrada do seu cuzinho e principalmente na sua buceta e não esqueça. Não quero ver nenhuma gotinha de chocolate na sua blusa e nem na sua saia.
Mariane obedecia, não tinha escolha, e ficara toda lambuzada de sorvete de chocolate, agora todo derretido, grudento e pegajoso.
Lisa sorria e se divertia com a total humilhação da sua professora, ela continuava comendo o lanche; — Agora para finalizar, eu quero que você coloque as duas salsichas congeladas, uma coloque na sua buceta e a outra no cu e comesse a se masturbar e mais uma coisa, você só pode parar de si masturbar, quando eu disser que pode, mesmo que você goze, deve continuar a masturbação.
A professora com cara de chorosa, abria as pernas e foi enfiando a primeira salsinha bem no fundo de sua buceta e em seguida introduziu a segunda salsinha em seu cu, então com dois na buceta, então começava a se masturbar,
os dedos friccionavam seu grelo e entravam e saiam numa velocidade moderada, Lisa assistia e esperava o “apogeu final”, enquanto terminava de comer calmamente o seu lanchinho. A professora continuava a masturbação, segurando ao máximo para não gozar, ela estava muito excitada e fazia caras e bocas enquanto se masturbava, seus dedos agora pareciam ter vontade própria, ela traia o seu auto controle no meio de tanto tesão, ela fechava os olhos e sua respiração começava a vir acompanhada de gemidos e pequenos sussurros.
“Huuumm, hãmmm , nãoooo… hummmm aaiiii , hummm”
Sem que ela percebesse, Lisa estava filmando tudo com o celular, e ainda tirava algumas fotos extras.
A professora continuava e sentia que já estava chegando ao seu pico máximo de prazer antes do gozo, mas felizmente ou infelizmente, antes que ela gozasse, Lisa mandou ela parar e lamber os dedos, para limpar o excesso de chocolate nas mãos.
— Pode parar senhora C, chupe os dedos e entre no carro, porque agora nós já vamos embora.
A professora, por um lado, ficava agradecida por não ter gozado ali no chão do estacionamento, um tão humilhante, mas por outro lado a masturbação interrompida antes de atingir o gozo,
deixou ela com um verdadeiro fogo na buceta, fogo que precisava desesperadamente ser saciado, precisava, mas não seria, porque Lisa não permitiria que ela gozasse, não agora e nem aqui.
A professora humilhada e extremamente excitada, entrou no carro, com a blusa aberta, saia levantada até a cintura, buceta, cuzinho e seios lambuzados de chocolate derretido. Tudo estava muito grudento e pegajoso.
Enquanto a professora chupava os dedos, como sua dona tinha mandado, Lisa começava a dirigir novamente agora finalmente com o destino a casa da senhora C.
Depois de 15 minutos dirigindo, Lisa estacionou o carro na frente da casa da professora Mariane, já eram oito horas da noite mas aquela noite prometia ser uma das mais longas na vida da senhorita C.

Bir cevap yazın

E-posta hesabınız yayımlanmayacak. Gerekli alanlar * ile işaretlenmişlerdir