Sonho ou realidade

Sonho ou realidade
Hoje, acordei com uma terrível dor de cabeça, só me lembro de ontem ter estado sozinho num bar em Lisboa, a tomar um gin, eram cerca das 23h00, quando um casal quarentão, com ar simpático, se aproximou de mim e me perguntou se eu sabia onde ficava Odivelas e se era muito longe de Lisboa, tinham sido convidados para uma festa mas não sabiam ir lá ter, disse-lhes que sabia e que lhes podia indicar o caminho, entretanto ficámos a falar um pouco sobre coisas banais, pedimos mais uma ou duas rodadas de bebidas e começamos a falar mais animadamente, entretanto o homem foi à casa de banho e eu fiquei com a mulher dele, reparei melhor nela, era uma ruiva, sardenta de cabelo curto, bastante magra, mas com umas mamas e um cu bastante grandes e apetecíveis.

Ela começou a falar de que estas festas eram especiais e, já que nos estávamos a dar tão bem, porque é que eu não ia com eles, de pronto lhe disse que não tinha sido convidado, ao que ela respondeu piscando-me o olho:
– Não tinhas sido até agora, acabaste de o ser.
– Mas eu não conheço ninguém.
– Nem nós – respondeu ela – mas de certeza que até ao final da noite, vamos conhecer muita gente.

Aproximou a boca do meu ouvido e senti uma respiração quente e um sussurro no ouvido:
– Adoro conhecer gente nova…..
Decidi ser um pouco mais atrevido,
– E o teu marido não se importa?
Aí comecei a sentir que algo de diferente se poderia vir a passar, ela colocou-se de lado e debruçou-se um pouco sobre mim, daquele jeito que só algumas mulheres conseguem, em que a blusa se abre um pouco e podemos ver o que está lá dentro e deu para ver umas enormes mamas livres de soutien:
– Ele adora que eu tenha amigos novos….

Ele regressou e ela de pronto exclamou:
– Pedro, aqui o nosso amigo vai connosco, acabei de o convidar e ele aceitou, não achas que vai ser divertido?
– Sinceramente acho que sim Xana, acho que vamos ter todos uma noite de sonho.

Fomos para o carro deles e eles logo me disseram, dentro de 20 minutos, estamos lá.
– Mas vocês não sabem onde fica Odivelas?
– Mas o GPS sabe (exclamou ela a rir-se para mim, fiquei com a sensação que estava a ser comido, mas já sou crescidinho e nada tinha a perder, era ir na onda).

Eu ia sentado no banco de trás, ele ia a conduzir e ela ia no banco ao lado dele, ninguém falou e eu comecei a ouvir de vez em quando uns risinhos dela, cada vez que ele metia uma mudança, a mão deslizava para uma perna e eu via o braço a subir, fiquei com a sensação que o braço subia até ao cimo das coxas dela, ela estava de saia curta e de certeza que ele lhe tocava nas cuequinhas, sentia-a ajeitar no banco e a esticar o peito para fora, aquilo estava mesmo a aquecer, quando ele recolhia o braço, levava-o ao nariz, como que a sentir o perfume, de certeza que era perfume de cona, outra vez, a permanência do braço foi mais demorada e agitada e depois quando retirou a mão ficou a tocar com dois dedos, aí não tive dúvida, era mesmo mel de xana da Xana, que ele estava a exibir, ela riu-se, ele levou os dedos à boca e xupou-os, eu nem queria acreditar mas estava a ficar cada vez mais excitado com tudo aquilo.

Acabámos de parar junto de uma vivenda enorme, estilo palacete antigo, ela virou-se para trás e disse-me:
– Bem meu caro amigo, é tempo de te dizer algo mais, espero que não tenhas grande inibições ou tabus, porque acho que esta noite vai ser diferente de tudo o que viveste até hoje.
– Porque dizes isso?
– Porque estas festas são únicas e nunca sabemos o que se vai passar, quem vai ser a estrela da noite, que surpresas é que vão existir, só existe uma condição para aumentar o suspense, temos obrigatoriamente de ser vendados à entrada e só vamos ser desvendados quando entrarmos na sala final.
– Eu já estou por tudo, também não sou assim tão anjinho, depois do vosso aquecimento, já consigo prever o teor da festa, mas estou disposto a alinhar.
– Excelente, exclamou ela, vamos embora, estou ansiosa por entrar.

Tocámos à campainha, abriu-se a porta e apareceu uma loura sensual, de botas altas e capa preta nas costas:
– Sejam bem vindos ao paraíso.

Tal como a Xana me tinha dito, fomos os três vendados, demos as mãos e fomos conduzidos por um longo corredor, enquanto caminhava, senti uma mão a apalpar-me primeiro o cu e depois os genitais, ia a dizer algo, quando senti uns “balões” grandes a pressionar-me as costas, fiquei mais descansado, de certeza que era a Xana, sento o meu sexo a ficar duro como aço, tudo aquilo estava a deixar-me tremendamente excitado.

De repente começa a ouvir-se ruído de vozes, muitas vozes, sorrisos, gemidos, pequenos gritos, fomos sentados a uma mesa e só depois é que nos tiraram as vendas, a sala estava muito iluminada pelo que fiquei uns segundos sem poder ver bem o que se passava, mas pelo tipo de barulho logo adivinhei, a sala era grande tinha umas 10 mesas todo as ocupadas, deviam estar mais de 40 pessoas, no centro da sala estava um pequeno palco, com três pessoas, uma mulher já milf, devia ter cerca de 40 anos, forte e de mamas avantajadas, sem serem descaídas, estava de joelhos e da cada lado tinha dois indivíduos negros bem escuros e nem queria acreditar, cada um deles tinha uma verga de mais de 25cm, vergas daquelas nem no cinema alguma vez tinha visto.
A mulher tentava por os dois na boca, mas não dava, eram dois caralhos enormes, ela abocanhava-os uma de cada vez, a saliva escorria-lhe da boca, ela não parava de os lamber, parecia estar a gostar do que estava a fazer.
-Quem é a atriz (perguntei ao ouvido da Xana)?
– Não atriz é a dona da casa, a Madame Clotilde, se te portares bem pode ser que a venhas a conhecer, isto se eles não arrebentarem toda, que é o que ela quer sempre…..
Não conseguia tirar os olhos daquela cena, então para surpresa minha e sem qualquer pudor senti que a Xana, estava a abrir simultaneamente a minha breguilha e a breguilha do marido, com bastante habilidade, colocou os nossas marsápios de fora, eu com os meus 18cm o marido dela com mais de 20cm, mas calma que eu ganhava claramente em dureza, ela começou a massajar-nos suavemente enquanto os nossos olhos continuavam pregados no palco, então via algo que nem queria acreditar que fosse possível, um dos negros colocou-se atrás dela a segurou-lhe a cabeça, ela continuava de joelhos e ele colocou as suas mãos enormes atrás da sua nuca, ela exclamou para o outro negro:
– Agora é que vai ser meu grande cabrão, vamos ver se tens picha para mim ou se tenho de arranjar alguém mais potente. Dito isto ela abre a boca e deita a língua de fora, o negro aproxima-se de dá-lhe uma valente cuspidela para dentro da boca, não estava à espera e a matrona continuava de joelhos com um sorrio na cara.
– Vaselina de boca (exclamou-me a Xana ao ouvido)….
Então o negro começou a enfiar aquela pichota enorme, não parava de a enfiar lentamente, por vezes parecia que ia retirar, mas depois enfiava-a com mais força, não queria acreditar que ela ia conseguir engolir mais de 25cm de picha, não era humanamente possível, à medida que a picha ia entrando sentia que a Xana agarra-nos os caralhos com mais força.

A cena ia-se desenrolando e para meu espanto e matrona conseguiu engolir tudo, tinha o rosto vermelho, mas conseguiu tocar com a língua nos colhões dele, o que provava que ele estava todo enfiado na boca dela, via-se a garganta dilatada, ela parecia que não conseguia respirar, estão ele tirou-se e deu bem para ver a dimensão daquela verga e como estava tesa, da boca dela saia saliva aos borbotões:
– Vem cá meu cabrão, disse a mulher, agora que já fizeste o aquecimento quero que me fodas a boca a sério.

Estava sem palavras e quando olhei para o lado, não sei como mas a Xana, já estava sem blusa, com a saia subida a deixar ver uma cona rosadinha e bem depilada, coloquei uma mão lá para ver como estava e não podia sentir algo mais quente nem mais húmido.

No palco, o negro que lhe tinha enfiado na boca, era ele agora que lhe segurava a cabeça e começava com os movimentos pélvicos da foda, enfiava a verga sem piedade na boda da mulher, que gemia alto, ele estava a foder-lhe a boca como se estivesse a foder uma cona bem aberta, foda-se como era possível. O outro negra colocou-se atrás dela de joelhos e colocou-lhe a verga dele que era do tamanho da do outro entre as nádegas e começou a esfrega-la, colocou a mão debaixo da boca dela para apanhar um pouco de saliva que saía abundantemente da boca dela para a colocar entre as suas nádegas, enquanto a verga se insinuava entre as nádegas dela, as suas mão colocaram-se sobre os mamilos da mulher e começaram a espremê-los, primeiro suavemente e depois com mais força, ela gemia e queria gritar mas não podia, estava com a boca bem cheia.

Nisto comecei a sentir algo de delicioso, uma boca quente fechou-se sobre a cabeça do meu caralho, como era deliciosa aquela sensação, quando olhei para o lado vi a Xana a mamar-me o caralho, enquanto o marido lhe chupava a cona, que delicia de cena, à nossa volta na sala, todos estavam à vontade, mais vestidos, menos vestidos, quase todos os homens de vergas fora das calças, com alguém ao pé entretido a brincar com aqueles pénis todos.

A mulher do palco, parecei que ia desmaiar, nisto deu-se algo de surpreendente, como se estivessem sincronizados, o negro que lhe fodia a boca afastou-se, a mostrar uma verga a escorrer saliva, quando o outro empurrou a mulher, colocando-a de quatro e sem “avisar” de uma única estocada, conseguiu enfiar todo aquele rolo de carne no cu dela, como era possível ,ais de 25cm entrarem assim de uma única estocada.
– Fode a tua puta cabrão, à mais de um mês que não fodia assim, como isto é bom…

Estava com medo de me vir e de terminar já a festa para mim, as surpresas não paravam, antes de me vir, a Xana levantou-se e foi colocar-se no palco, deitou-se de barriga para cima, com a cona bem à distancia para que a outra a começa-se a lamber.a cona dela, a matrona não se fez rogada e além de a lamber enfiou dois dedos na cona da Xana e começou a massajá-la, raidamente esta atingiu um orgasmo bem molhado, um enorme squirt, que deixou a outra com a cara toda molhada.

– Nada melhor que sumo de cona para tirar a sede….

Não aguentei mais e esporrei-me todo sem me tocar.

Então acordei e tinha a cama toda melada.

Comentem o meu primeiro conto por favor.

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